Médico nazista no Brasil: Dr. Josef Mengele

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O que o médico nazista Dr. Josef Mengele* fazia no Brasil? Ele é mais conhecido como o “anjo da morte”, oficial da SS e chefe do campo de concentração de Auschwitz. Ele foi genocida e criminoso de guerra, utilizou a medicina na promoção da eugenia. Muitos seres humanos foram utilizados como cobaias de experimentos médicos. Muitos medicamentos, procedimentos clínicos e cirúrgicos foram testados nas raças “inferiores”, como judeus.

Após a Segunda Guerra Mundial, alguns médicos nazistas foram julgados no Tribunal de Nuremberg, mas outros fugiram ou mesmo isentados pelos seus crimes. Primeiro, Dr. Mengele viveu na Argentina e, mais tarde, no Brasil, onde morreu, em São Paulo. Abaixo, listamos algumas perguntas que deferiam ser respondias pelos pesquisadores da saúde:

  • Quais as relações entre os sistemas de saúde nazista e brasileiro, uma vez que ambos faziam parte do Movimento Eugenista Internacional e queriam promover uma raça “superior”?
  • Quais as similaridades entre os profissionais de saúde nazistas e brasileiros, uma vez que ambas defendem sanitarismo, higienismo, “healthism” e políticas compulsórias?
  • Quem ajudou, acobertou e protegeu Dr. Mengele no Brasil, uma vez que tinha documentos falsos e viveu sem grandes preocupações, inclusive frequentando praias?
  • Dr. Mengele continuou trabalhando como médico, seja diretamente ou indiretamente, uma vez que outros cientistas nazistas foram recrutados noutros países, como URSS?

Há uma diversidade de perguntas sem respostas acerca da estadia do Dr. Mengele no Brasil, o maior médico genocida da história. Apesar disso, há várias evidências históricas de que o sistema de saúde brasileiro recebeu fortes influências do nazismo. O próprio psiquiatra Franco Basaglia, ao visitar o manicômio de Barbacena, percebeu as similaridades com campos de concentração nazista. Quais os riscos do sistema de saúde brasileiro transformar os profissionais de saúde, como médicos e enfermeiras, em genocídas?

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* Dr. Mengele era militante do Partido Social Nacionalista dos Trabalhadores, mais conhecido como Partido Nazista. Ele obedecia de forma "cega" as políticas públicas do Terceiro Reich. Naquele contexto, para ser professor universitário, pesquisador ou profissional de saúde, era praticamente obrigatório a militância política nazista.

Reforma da previdência: a psicologia do fascismo

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A reforma da previdência é uma prova de que as elites fascistas conseguiram, ao longo da história, concentrar e centralizar poderes. Os fascistas sempre souberam que as pessoas precisam trabalhar e comercializar livremente para sobreviverem. Por isso, ao longo da história, criaram ministérios para deterem total controle sobre os setores do trabalho e do comércio. A reforma da previdência é o termino de um “contrato” fascista, no qual as elites descartam os trabalhadores corporativistas. Por que os fascistas não cortariam todos os “direitos” trabalhistas se já detém total controle sobre os brasileiros?

Fascistas trabalhistas

Os fascistas, como Benito Mussolini e Getúlio Vargas, criaram as leis trabalhistas para impedirem a luta de classe dos socialistas. Assim, dando privilégios aos trabalhadores, geralmente das classes baixas, puderam criar corporações fascistas monopolistas. As corporações fascistas são compostas pelo Estado, grandes industrias, bancos e sindicatos de pelego. Os fascistas são contra a individualidade, livre troca, propriedade privada e liberdade de concorrência no mercado. Ao mesmo tempo, defendem parceria público-privado, lobby, planejamento central, “direitos” trabalhistas e monopólios. Historicamente, as elites privatizaram o lucro, socializaram os gastos (impostos) e privilegiaram os trabalhadores corporativistas com “direitos” trabalhistas. Vale destacara que as leis trabalhistas sempre foram privilégios de poucos, como funcionários públicos, sindicalistas e trabalhadores industriais.

O Ministério do Trabalho, fundado por Getúlio Vargas, foi criado para IMPEDIR os brasileiros de trabalharem e comercializarem livremente. Ao destruírem o anarcosindicalismo e as Caixas de Aposentadoria e Pensão (fundos de investimentos privados), as elites fascistas criaram os Institutos de Aposentadoria e Pensão (fundos de investimentos públicos mantidos por impostos). O Ministério da Previdência Social, fundado pelos militares, foi criado a partir da unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensão, CENTRALIZANDO e CONCENTRANDO ainda mais poderes. Não é por acaso que apenas os trabalhadores de carteira assinada, das corporações fascistas, tinham acesso a saúde no INAMPS. Na Constituição de 1988, os “direitos” trabalhistas foram utilizados como propaganda política pelos socialistas e sindicalistas de pelego, interessados na mesma lógica corporativista de privatizarem os lucros e socializarem os gastos para a seguridade social.

Considerações finais

No passado, os trabalhadores corporativistas traíram os anarcosindicalistas e os verdadeiros empreendedores, que criaram as Caixas de Aposentadoria e Pensão (fundos de investimentos privados). As Caixas de Aposentadoria e Pensão ofereciam saúde, aposentadoria e outros direitos, sem os impostos da população. Os trabalhadores corporativistas aliaram-se às elites fascistas em busca de privilégios. O próprio salário mínimo foi uma maneira de manter os trabalhadores corporativistas sempre na mediocridade. Hoje, as elites fascistas detêm total controle sobre os setores do trabalho e do comércio, podendo eliminar todos os “direitos” trabalhistas, mas sem cortar os impostos. Essa é a psicologia do fascismo!

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Feminismo: empoderamento é manipulação psicológica

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O feminismo tem sido utilizado para finalidades eugenistas e neomalthusianas: o empoderamento das mulheres. A Psicologia do Engajamento busca, de forma ardilosa, modificar as emoções, pensamentos e comportamentos das pessoas. Ela é um conjunto de técnicas de lavagem cerebral, de engenharia social, amplamente aplicado por movimentos sociais e políticos.

A eugenia tem por finalidade a criação de uma raça “superior”, a partir da seleção artificial dos mais “fortes” e da extinção dos mais “fracos”. Já o neomaltusianismo acredita que os problemas do mundo, como desmatamento e poluição, são consequência do excesso populacional. Como fazer com que as brasileiras participem desses movimentos nazistas? Que tal o feminismo chamar aborto e esterilização (métodos nazistas) de Direitos Reprodutivos?

“Empowerment” (de “empoderamento feminino”) é um termo da Psicologia do Engajamento, que estuda técnicas de lavagem cerebral, engenharia social. Aqui, critico o feminismo revolucionário, intimamente relacionado aos movimentos eugenistas e neomauthusianos. Evidentemente, não precisa falar da importância positiva de outros movimentos de mulheres, como as sufragistas, cristãs e afrodescendentes.

Quantas mulheres mudaram drasticamente suas personalidades, valores e princípios a partir do momento em que se autointitularam “feministas”? Não é por acaso que muitas mulheres casadas tem se separado, voltado a se comportar como adolescentes, entrado em depressão e se matado. A Psicologia do Engajamento modifica o livre-arbítrio das pessoas, sem que percebam as manipulações psicológicas eugenistas e neomalthusianas.

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Doenças espirituais: será que estou possuído?

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Quantas pessoas acreditam ter doenças espirituais: “será que estou possuído?”. Os seres humanos possuem dificuldades em perceber anormalidades, sobretudo quando estão confinados em ideologias, culturas ou religiões. Ao longo do tempo, aquilo que uma geração percebia como anormal se transforma gradativamente em normalidade. Assim, aqueles que nascem e crescem num determinado contexto social acham tudo normal. Seriam os brasileiros portadores de uma espécie de “psicose brasiliense”?

  • Enquanto os brasileiros jogam tarot, na expectativa de descobrir se conseguirão um emprego, as taxas de juros e crédito são alteradas pelo Banco Central, gerando inflação, desemprego, pobreza, queda do poder de compra e concentração de renda;
  • Enquanto os brasileiros leem horóscopo, na ansiedade de obter uma resposta sobre aspectos sentimentais, os jornais e novelas destroem os valores da família, do homem e da mulher, estimulando a violência contra as mulheres;
  • Enquanto os brasileiros fazem meditação, buscando o eu superior e a paz interior, os políticos brasileiros aumentam seus próprios salários, importantes empresas são privatizadas, sucateando a educação, saúde e segurança públicas;
  • Enquanto os brasileiros fazem mandingas, com o objetivo de curar o câncer de um ente querido, mais agrotóxicos cancerígenos são colocados nos alimentos sob pressão do agronegócio e indústrias químicas;
  • Enquanto os brasileiros leem autoajuda, tentando entender as suas sexualidades, alimentos repletos de hormônios são vendidos normalmente, crianças são sexualizadas na mídia e bizarrices sexuais expostas na internet.

Os brasileiros parecem viver numa espécie de “loucura coletiva”, totalmente desvinculados da realidade: das coisas mais objetivas, obvias e imediatas. Assim, desenvolvem “alucinações” e “delírios”, explicações abstratas sobre fatos que poderiam ser explicados de forma muito mais concreta. Quantas pessoas dizem ter doenças espirituais, procuram os “espiritualistas”, e acabam frustradas? Muitas “doenças espirituais” são confundidas com doenças mentais, como esquizofrenia e depressão psicótica.

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Obs. tenho profundo conhecimento e experiência na área espiritual, inclusive artigos científicos publicados sobre "projeção da consciência". Neste texto, critico a imaturidade de algumas pessoas que buscam na "espiritualidade" desculpas para não encarar a realidade.

Depressão na infância: “meu filho está com depressão?”

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A depressão na infância geralmente possui relações com a estrutura e funcionamento da família. Os problemas nas relações familiares podem refletir na saúde mental fodas crianças. Por isso, é importante que os familiares preservem as crianças de seus problemas pessoais.

A depressão infantil tem algumas peculiaridades em relação a depressão adula. Geralmente, a criança não consegue compreender e explicar o que sente. Assim, a depressão infantil pode ser expressão por meio de irritabilidade, agressão e insônia. Em outras palavras, não se deve pensar que depressão é apenas triste. “Meu filho está com depressão?” é uma resposta para um profissional!

Muitas famílias não preservam as crianças e as deixam angustiadas. Os familiares devem resolver os seus problemas sem envolver as crianças. Na WAF Psicologia: Atendimento Online (sessão 1h30min), dispomos de treinamento científico de país para que possam aprender a lidar melhor com as crianças.

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Será que estou ficando louco?

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“Será que estou ficando louco?” Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem em alguns momentos da vida. Por um lado, ela denota que a pessoa ainda têm autocrítica sobre sua própria saúde mental. Por outro lado, ela denota também que a pessoa passa por algum problema psicológico não identificado. O grande problema de muitas doenças mentais, como a louca, está no fato de que a consciência pode oscilar durante o tempo. Por isso, em alguns momentos, a pessoa percebe que está ficando louca, mas noutros delira e alucina.

“Será que estou ficando louco?” é uma frase que apenas profissionais qualificados de saúde mental, como psicólogos, podem responder. O diagnóstico das doenças mentais, como a loucura, é extremamente complexo, porque envolvem diferentes ciências sintomas interconectados. Na WAF Psicologia: Atendimento Online (sessão 1h 30min), você tem um espaço especializado, integral e humanizado para promoção do autoconhecimento. Conheça nosso projeto e participe Atendimento Psicológico Especializado.

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“Será que estou com depressão?”

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“Será que estou com depressão?”. Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem ao sentirem tristeza. Ao buscarem respostas na internet, acabam ainda mais confusas. Infelizmente, há muitas informações equivocadas sobre o assunto e mesmo oportunistas. Quantos “testes” de depressão existem em sites de pseudociências que apenas deixam preocupam as pessoas?

O diagnóstico da depressão, assim como de todas as doenças mentais, é extremamente complexo. A maioria das psicopatologias não apresenta apenas um único sintoma. Na verdade, é uma rede de sintomas, nosológica, que possibilita o diagnóstico da doença mental. Por exemplo, a depressão pode estar relacionada a desemprego, separação ou traição amorosa. Além disso, ela pode estar associada ao transtornos endócrinos, alimentares e mesmo tumores cerebrais.

Muitas pessoas acham que depressão é uma espécie de tristeza mais profunda, o que não é verdade. A tristeza profunda é apenas o sintoma mais evidente, não raro reativo ao comprometimento cognitivo. Além das alterações de humor, há comprometimento da percepção, memória, pensamento, self etc. Dizendo de forma metafórica, podemos dizer que o sistema cognitivo deu “bug” e nem a própria pessoa consegue perceber.

Na WAF Psicologia: Atendimento Online, o diagnóstico da depressão, bem como outras doenças mentais, é realizado com auxílio de escalas psiquiátricas. Elas foram submetidas a estudos científicos, por meio de procedimentos psicométricos, e utilizadas em vários países. Quantas pessoas perdem tempo, na internet, com “testes” de depressão que não possuem validades científicas certificadas?

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Anticoncepcionais: dificuldades em engravida?

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As dificuldades em engravidar seriam causadas pelo uso indiscriminado dos anticoncepcionais combinados? Embora essa pergunta possa ser respondida apenas por meio de estudos científicos, há fatos históricos importantes acerca dos contraceptívos. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, os anticoncepcionais combinados possuem também hormônios abortivos. Abaixo, iremos fazer uma breve reflexão histórica acerca dos anticoncepcionais.

Controle populacional

Proctor, em seu livro “Higiene Racial: Medicina no Nazismo”, demonstra como o sistema de saúde alemão promovia eugenia. Proctor fala bastante do aborto e da esterilização como técnicas de seleção artificial. Hitler não permitia o aborto e a esterilização dentre os alemães “puros”. Pelo contrário, havia grande propaganda para a promoção da família alemã tradicional. Já outros grupos étnicos “inferiores”, como judeus, o aborto e a esterilização eram incentivados. Enquanto as raças “inferiores” eram extintas, a raça “superior” alemã se proliferava.

O sistema de saúde brasileiro fazia parte do “Movimento Eugenista Internacional”, cujo objetivo central era promover uma raça “superior”. O “Boletim Eugenista Brasileiro” é prova de que a saúde brasileira era defensor dessas políticas nazifascicomunistas. Nesses documentos, há os maiores absurdos, como desaconselhar o casamento com pretos, impedir que doentes mentais se casem e, inclusive, emponderar as mulheres no movimento eugenista.

Com o aumento da população mundial, após a “Segunda Guerra Mundia”, emergiu a demografia neomaltusiana. Eles acreditam que os problemas do mundo são consequências do excesso populacional. Sendo assim, reduzir a população é uma maneira de acabar com o aquecimento global, desmatamento, poluição, extinção animal etc. Os anticoncepcionais surgiram como métodos demográficos para reduzir a população mundial. Nessa época, os anticoncepcionais possuíam elevadas taxas hormonais, inclusive evidências de cânceres.

Anticoncepcionais

Para reduzir as cargas hormonais, os cientistas desenvolveram anticoncepcionais combinados, que possuem tanto hormônios contraceptivos quanto substâncias abortivas. Os hormônios contraceptivos, como os estrogênios, atuam sobretudo na hipófise, localizada dentro da cabeça. Ela é a glândula hormonal “mestra” que controla outras glândulas, como os ovários. As substâncias químicas contraceptivas inibem a hipófise na produção de hormônios luteinizantes, que agem sobre os ovários. Assim, os ovários não ovulam, pois é como se a hipófise “entendesse” que a mulher já se encontra grávida, devido elevações hormonais. Sendo assim, são realmente contraceptivos, pois atuam ANTERIORMENTE à fecundação do óvulo pelo espermatozoide.

Já as substâncias abortivas, como os progestágenos presentes nos anticoncepcionais combinados, atuam também no útero, modificando sua fisiologia. Dentre outras alterações, essas substâncias químicas modificam o endométrio, a camada mais interna do útero, e os mucos intrauterinos. Assim, elas impendem o processo de nidação: o mecanismo fisiológico por meio do qual o embrião fixa-se na parede do útero para continuar desenvolvendo. Sendo assim, são literalmente abortivos, pois atuam APÓS a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Embora as bulas dos anticoncepcionais apresentem as informações, os termos técnico- científicos, como “nidação”, dificultam a compreensão dos leigos. Utilizam a expressão “anticoncepcionais”, mas não é exatamente isso que ocorre no organismo das mulheres.

Por exemplo, se uma mulher ingere anticoncepcionais combinados, há a probabilidade (mesmo que pequena) de que ocorra a ovulação. Sendo assim, o óvulo pode ser fecundado pelo espermatozoide, iniciando a embriogênese. Apesar disso, o embrião precisa “grudar” na parede do útero para continuar crescendo. Porém, os progestágenos impedem a fixação do embrião na parede do útero. Assim, o embrião morre e é expelido para fora do útero de sua mãe. Como é muito pequeno, invisível, o assassinato intrauterino ocorre sem que as mulheres brasileiras saibam. Por que as mulheres brasileiras não são devidamente informadas acerca dos mecanismos fisiológicos dos anticoncepcionais combinados?

Engenharia social

Aqui, vale destacar que o embrião já é um ser humano em desenvolvimento e deveria ter os mesmos “Direitos Naturais” dos bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Primeiro, o embrião tem todos os cromossomos, materiais genéticos, da mãe e do pai. Segundo, a embriogênese começa logo após a fecundação e não apenas após fixar na parede do útero. Terceiro, o embrião tem ectoderme, mesoderme e endoderme, de onde originam órgãos, tecidos e vísceras. Quarto, o sistema nervoso, oriundo da ectoderme, a goteira neural, é um dos primeiros a começar a se formar. Em termos fisiológicos, genéticos, histológicos e embriológicos não há nenhuma dúvida de ser aborto.

Para promover controle populacional, realizaram engenharia social, como mudar o significado das palavras e fazer propagandas. A “vida” passou a ser conceituada como algo que inicia somente após a fixação do embrião na parede do útero, não na fecundação. Já a “morte” passou a ser conceituada em termos de morte encefálica, não de morte cardiorrespiratória. O próprio termo “aborto” é um eufemismo para assassinato intrauterino. Ao mesmo tempo, propagandas nos meios de comunicação, como se as mulheres que ingerissem anticoncepcionais fossem mais modernas. Em resumo, modificaram os conceitos de “vida” e “morte” e fizeram propaganda para a população aceitar o aborto, a esterilização e a eutanásia como normais.

Considerações finais

Os agrotóxicos são problemas de saúde pública, químicos nocívos, mas pouca se fala acerca dos anticoncepcionais combinados, nem mesmo as feministas. Quantos Rodrigos, Robertas e Patrícias foram assassinados dentro do útero, sem que suas mães soubessem? Quantos profissionais de saúde, como médicos, não foram devidamente informados nas faculdades e não refletem acerca dos anticoncepcionais combinados? O sistema de saúde brasileiro possui uma história nebulosa em relação ao Movimento Eugenista Internacional. Esse é um fato histórico que nos faz refletir se a dificuldade em engravidar pode ser consequências do uso indiscriminado de anticoncepcionais combinados.

Quantas mulheres morreram por câncer de mama ou de colo de útero nas últimas décadas? Quantos abortos espontâneos têm ocorrido? Quantas mulheres são estéreis e não conseguem engravidar? Quantos homens se julgam sem virilidade suficiente para engravidar uma mulher? Quantos bilhões de dólares movimentam as clínicas de inseminação artificial? Aqui, não estamos afirmando que os anticoncepcionais são todos nocívos à saúde. Pelo contrário, é o sistema de saúde brasileiro que deve monitorar os seus efeitos. As mulheres brasileiras têm o direito de saber os efeitos dos anticoncepcionais combinados no organismo!!!

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Anorexia: como ter um corpo perfeito?

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Como ter um corpo perfeito? A busca por um corpo perfeito, como no caso das modelos, tem acarretado em transtornos da imagem corporal: a anorexia. A realidade perceptual nunca coincide com o ideal imaginário fazendo com que as pessoas sintam-se cronicamente insatisfeitas. Transtornos da imagem corporal, como a anorexia, podem escondem problemas psicológicos inconscientes, como conflitos de identidade sexual.

Para as neurociências cognitiva, um objeto está paradoxalmente em movimento e repouso, a depender do referencial de julgamento. De forma semelhante, o gelo é quente e frio, dependendo do referencial de avaliação. De forma semelhante, somos magros e gordos, altos e baixos, dependendo do referencial social. Em suma, somos nós, como observadores, em contexto sociocultural, que julgamos as características do corpo.

Na anorexia, a pessoa já perdeu o referencial social de avaliação do corpo, desenvolvendo transtorno da imagem corporal. Ao olhar no espelho, a pessoa literalmente se percebe como gorda, embora socialmente seja percebida como caquética. Como não existe um corpo perfeito, a pessoa vive em busca de um padrão corporal que, no mundo objetivo, não existe.

Muitas pessoas objetificam seus conflitos psicológicos no corpo, como se o corpo perfeito fosse sinônimo de felicidade. Esse pensamento concreto, característico das crianças, geralmente funciona como mecanismos de fuga e esquiva. As consequências da anorexia são transtornos da imagem corporal e uma extrema dificuldade em lidar com a existência. A anorexia é um transtorno alimentar tratado por psicólogos.

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Como lidar com o ciúme doentio?

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Como lidar com o ciúme doentio? O comportamento respondente, como o mal estar do ciúme, é um tipo de comportamento reflexo aprendido. Ele ocorre quando um estímulo neutro é emparelhado a um reflexo incondicionado, tornando-se um estímulo condicionado. Assim, emparelhando estímulos, o ciúme se torna doentio, podendo prejudicar gravemente as saúde física e mental.

Por exemplo, suponhamos que uma mulher casada descubra, por meio do WhatsApp, que seu marido a traia. Ao ver as mensagens no WhatsApp, a esposa traída imediatamente desencadeia uma diversidade de reflexos incondicionados: o coração acelera, a respiração fica “pesada” e a temperatura aumenta. Após meses de separação, a ex-esposa revive as lembranças e o mal estar da traição do marido. Na verdade, só de ouvir a palavra “WhatsApp”, começa a ter dores de cabeça, no estômago e diarreia.

Todos os estímulos que antes eram neutros passaram, após a traição, a eliciar respostas condicionadas desagradáveis. O grande problema do comportamento respondente é que pode prevalecer, por anos, como reflexos inconscientes. Os problemas podem aumentar por meio da generalização respondente, como desenvolver aversão por qualquer homem ou redes sociais. A psicológica dispõe de métodos para desaprender esses reflexos incondicionados desagradáveis.

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