Será que estou ficando louco?

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“Será que estou ficando louco?” Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem em alguns momentos da vida. Por um lado, ela denota que a pessoa ainda têm autocrítica sobre sua própria saúde mental. Por outro lado, ela denota também que a pessoa passa por algum problema psicológico não identificado. O grande problema de muitas doenças mentais, como a louca, está no fato de que a consciência pode oscilar durante o tempo. Por isso, em alguns momentos, a pessoa percebe que está ficando louca, mas noutros delira e alucina.

“Será que estou ficando louco?” é uma frase que apenas profissionais qualificados de saúde mental, como psicólogos, podem responder. O diagnóstico das doenças mentais, como a loucura, é extremamente complexo, porque envolvem diferentes ciências sintomas interconectados. Na WAF Psicologia: Atendimento Online (sessão 1h 30min), você tem um espaço especializado, integral e humanizado para promoção do autoconhecimento. Conheça nosso projeto e participe Atendimento Psicológico Especializado.

“Será que estou com depressão?”

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“Será que estou com depressão?”. Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem ao sentirem tristeza. Ao buscarem respostas na internet, acabam ainda mais confusas. Infelizmente, há muitas informações equivocadas sobre o assunto e mesmo oportunistas. Quantos “testes” de depressão existem em sites de pseudociências que apenas deixam preocupam as pessoas?

O diagnóstico da depressão, assim como de todas as doenças mentais, é extremamente complexo. A maioria das psicopatologias não apresenta apenas um único sintoma. Na verdade, é uma rede de sintomas, nosológica, que possibilita o diagnóstico da doença mental. Por exemplo, a depressão pode estar relacionada a desemprego, separação ou traição amorosa. Além disso, ela pode estar associada ao transtornos endócrinos, alimentares e mesmo tumores cerebrais.

Muitas pessoas acham que depressão é uma espécie de tristeza mais profunda, o que não é verdade. A tristeza profunda é apenas o sintoma mais evidente, não raro reativo ao comprometimento cognitivo. Além das alterações de humor, há comprometimento da percepção, memória, pensamento, self etc. Dizendo de forma metafórica, podemos dizer que o sistema cognitivo deu “bug” e nem a própria pessoa consegue perceber.

Na WAF Psicologia: Atendimento Online, o diagnóstico da depressão, bem como outras doenças mentais, é realizado com auxílio de escalas psiquiátricas. Elas foram submetidas a estudos científicos, por meio de procedimentos psicométricos, e utilizadas em vários países. Quantas pessoas perdem tempo, na internet, com “testes” de depressão que não possuem validades científicas certificadas?

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Anticoncepcionais: dificuldades em engravida?

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As dificuldades em engravidar seriam causadas pelo uso indiscriminado dos anticoncepcionais combinados? Embora essa pergunta possa ser respondida apenas por meio de estudos científicos, há fatos históricos importantes acerca dos contraceptívos. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, os anticoncepcionais combinados possuem também hormônios abortivos. Abaixo, iremos fazer uma breve reflexão histórica acerca dos anticoncepcionais.

Controle populacional

Proctor, em seu livro “Higiene Racial: Medicina no Nazismo”, demonstra como o sistema de saúde alemão promovia eugenia. Proctor fala bastante do aborto e da esterilização como técnicas de seleção artificial. Hitler não permitia o aborto e a esterilização dentre os alemães “puros”. Pelo contrário, havia grande propaganda para a promoção da família alemã tradicional. Já outros grupos étnicos “inferiores”, como judeus, o aborto e a esterilização eram incentivados. Enquanto as raças “inferiores” eram extintas, a raça “superior” alemã se proliferava.

O sistema de saúde brasileiro fazia parte do “Movimento Eugenista Internacional”, cujo objetivo central era promover uma raça “superior”. O “Boletim Eugenista Brasileiro” é prova de que a saúde brasileira era defensor dessas políticas nazifascicomunistas. Nesses documentos, há os maiores absurdos, como desaconselhar o casamento com pretos, impedir que doentes mentais se casem e, inclusive, emponderar as mulheres no movimento eugenista.

Com o aumento da população mundial, após a “Segunda Guerra Mundia”, emergiu a demografia neomaltusiana. Eles acreditam que os problemas do mundo são consequências do excesso populacional. Sendo assim, reduzir a população é uma maneira de acabar com o aquecimento global, desmatamento, poluição, extinção animal etc. Os anticoncepcionais surgiram como métodos demográficos para reduzir a população mundial. Nessa época, os anticoncepcionais possuíam elevadas taxas hormonais, inclusive evidências de cânceres.

Anticoncepcionais

Para reduzir as cargas hormonais, os cientistas desenvolveram anticoncepcionais combinados, que possuem tanto hormônios contraceptivos quanto substâncias abortivas. Os hormônios contraceptivos, como os estrogênios, atuam sobretudo na hipófise, localizada dentro da cabeça. Ela é a glândula hormonal “mestra” que controla outras glândulas, como os ovários. As substâncias químicas contraceptivas inibem a hipófise na produção de hormônios luteinizantes, que agem sobre os ovários. Assim, os ovários não ovulam, pois é como se a hipófise “entendesse” que a mulher já se encontra grávida, devido elevações hormonais. Sendo assim, são realmente contraceptivos, pois atuam ANTERIORMENTE à fecundação do óvulo pelo espermatozoide.

Já as substâncias abortivas, como os progestágenos presentes nos anticoncepcionais combinados, atuam também no útero, modificando sua fisiologia. Dentre outras alterações, essas substâncias químicas modificam o endométrio, a camada mais interna do útero, e os mucos intrauterinos. Assim, elas impendem o processo de nidação: o mecanismo fisiológico por meio do qual o embrião fixa-se na parede do útero para continuar desenvolvendo. Sendo assim, são literalmente abortivos, pois atuam APÓS a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Embora as bulas dos anticoncepcionais apresentem as informações, os termos técnico- científicos, como “nidação”, dificultam a compreensão dos leigos. Utilizam a expressão “anticoncepcionais”, mas não é exatamente isso que ocorre no organismo das mulheres.

Por exemplo, se uma mulher ingere anticoncepcionais combinados, há a probabilidade (mesmo que pequena) de que ocorra a ovulação. Sendo assim, o óvulo pode ser fecundado pelo espermatozoide, iniciando a embriogênese. Apesar disso, o embrião precisa “grudar” na parede do útero para continuar crescendo. Porém, os progestágenos impedem a fixação do embrião na parede do útero. Assim, o embrião morre e é expelido para fora do útero de sua mãe. Como é muito pequeno, invisível, o assassinato intrauterino ocorre sem que as mulheres brasileiras saibam. Por que as mulheres brasileiras não são devidamente informadas acerca dos mecanismos fisiológicos dos anticoncepcionais combinados?

Engenharia social

Aqui, vale destacar que o embrião já é um ser humano em desenvolvimento e deveria ter os mesmos “Direitos Naturais” dos bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Primeiro, o embrião tem todos os cromossomos, materiais genéticos, da mãe e do pai. Segundo, a embriogênese começa logo após a fecundação e não apenas após fixar na parede do útero. Terceiro, o embrião tem ectoderme, mesoderme e endoderme, de onde originam órgãos, tecidos e vísceras. Quarto, o sistema nervoso, oriundo da ectoderme, a goteira neural, é um dos primeiros a começar a se formar. Em termos fisiológicos, genéticos, histológicos e embriológicos não há nenhuma dúvida de ser aborto.

Para promover controle populacional, realizaram engenharia social, como mudar o significado das palavras e fazer propagandas. A “vida” passou a ser conceituada como algo que inicia somente após a fixação do embrião na parede do útero, não na fecundação. Já a “morte” passou a ser conceituada em termos de morte encefálica, não de morte cardiorrespiratória. O próprio termo “aborto” é um eufemismo para assassinato intrauterino. Ao mesmo tempo, propagandas nos meios de comunicação, como se as mulheres que ingerissem anticoncepcionais fossem mais modernas. Em resumo, modificaram os conceitos de “vida” e “morte” e fizeram propaganda para a população aceitar o aborto, a esterilização e a eutanásia como normais.

Considerações finais

Os agrotóxicos são problemas de saúde pública, químicos nocívos, mas pouca se fala acerca dos anticoncepcionais combinados, nem mesmo as feministas. Quantos Rodrigos, Robertas e Patrícias foram assassinados dentro do útero, sem que suas mães soubessem? Quantos profissionais de saúde, como médicos, não foram devidamente informados nas faculdades e não refletem acerca dos anticoncepcionais combinados? O sistema de saúde brasileiro possui uma história nebulosa em relação ao Movimento Eugenista Internacional. Esse é um fato histórico que nos faz refletir se a dificuldade em engravidar pode ser consequências do uso indiscriminado de anticoncepcionais combinados.

Quantas mulheres morreram por câncer de mama ou de colo de útero nas últimas décadas? Quantos abortos espontâneos têm ocorrido? Quantas mulheres são estéreis e não conseguem engravidar? Quantos homens se julgam sem virilidade suficiente para engravidar uma mulher? Quantos bilhões de dólares movimentam as clínicas de inseminação artificial? Aqui, não estamos afirmando que os anticoncepcionais são todos nocívos à saúde. Pelo contrário, é o sistema de saúde brasileiro que deve monitorar os seus efeitos. As mulheres brasileiras têm o direito de saber os efeitos dos anticoncepcionais combinados no organismo!!!

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Anorexia: como ter um corpo perfeito?

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Como ter um corpo perfeito? A busca por um corpo perfeito, como no caso das modelos, tem acarretado em transtornos da imagem corporal: a anorexia. A realidade perceptual nunca coincide com o ideal imaginário fazendo com que as pessoas sintam-se cronicamente insatisfeitas. Transtornos da imagem corporal, como a anorexia, podem escondem problemas psicológicos inconscientes, como conflitos de identidade sexual.

Para as neurociências cognitiva, um objeto está paradoxalmente em movimento e repouso, a depender do referencial de julgamento. De forma semelhante, o gelo é quente e frio, dependendo do referencial de avaliação. De forma semelhante, somos magros e gordos, altos e baixos, dependendo do referencial social. Em suma, somos nós, como observadores, em contexto sociocultural, que julgamos as características do corpo.

Na anorexia, a pessoa já perdeu o referencial social de avaliação do corpo, desenvolvendo transtorno da imagem corporal. Ao olhar no espelho, a pessoa literalmente se percebe como gorda, embora socialmente seja percebida como caquética. Como não existe um corpo perfeito, a pessoa vive em busca de um padrão corporal que, no mundo objetivo, não existe.

Muitas pessoas objetificam seus conflitos psicológicos no corpo, como se o corpo perfeito fosse sinônimo de felicidade. Esse pensamento concreto, característico das crianças, geralmente funciona como mecanismos de fuga e esquiva. As consequências da anorexia são transtornos da imagem corporal e uma extrema dificuldade em lidar com a existência. A anorexia é um transtorno alimentar tratado por psicólogos.

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Como lidar com o ciúme doentio?

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Como lidar com o ciúme doentio? O comportamento respondente, como o mal estar do ciúme, é um tipo de comportamento reflexo aprendido. Ele ocorre quando um estímulo neutro é emparelhado a um reflexo incondicionado, tornando-se um estímulo condicionado. Assim, emparelhando estímulos, o ciúme se torna doentio, podendo prejudicar gravemente as saúde física e mental.

Por exemplo, suponhamos que uma mulher casada descubra, por meio do WhatsApp, que seu marido a traia. Ao ver as mensagens no WhatsApp, a esposa traída imediatamente desencadeia uma diversidade de reflexos incondicionados: o coração acelera, a respiração fica “pesada” e a temperatura aumenta. Após meses de separação, a ex-esposa revive as lembranças e o mal estar da traição do marido. Na verdade, só de ouvir a palavra “WhatsApp”, começa a ter dores de cabeça, no estômago e diarreia.

Todos os estímulos que antes eram neutros passaram, após a traição, a eliciar respostas condicionadas desagradáveis. O grande problema do comportamento respondente é que pode prevalecer, por anos, como reflexos inconscientes. Os problemas podem aumentar por meio da generalização respondente, como desenvolver aversão por qualquer homem ou redes sociais. A psicológica dispõe de métodos para desaprender esses reflexos incondicionados desagradáveis.

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