Pacote do Veneno: Agrotóxicos como Armas Químicas

O projeto de lei pacote do veneno representa um ataque direto às saúdes física e mental da população brasileira. Ele visa flexibilizar o uso de agrotóxicos no país, priorizando o lucro da indústria química e do sistema de “saúde”. Neste artigo de opinião, explicaremos como as elites eugenistas e neomalthusianas envenenam a comida, o solo, o ar e a água, controlando as taxas de natalidade, fecundidade e mortalidade no Brasil.

O que é pacote do veneno?

O chamado pacote do veneno é um projeto de lei que flexibiliza o registro, a liberação e o uso de agrotóxicos no Brasil. Ele reduz exigências sanitárias e enfraquece o princípio da precaução. Uma de suas principais artimanhas é semântica: substituir “agrotóxico” por “produto fitossanitário”. Não é detalhe técnico, mas estratégia política para higienizar o veneno, suavizar sua percepção pública e ocultar seus riscos reais às saúdes física e mental.

Nesse modelo, as instituições brasileiras ficam subordinadas à pressão da indústria química e do sistema de “saúde”. Enquanto a indústria química vende venenos como “fitossanitários”, o sistema de “saúde” lucra com medicamentos, tratamentos, planos de saúde e funerários. No final, o controle populacional é exercido, de modo que a população brasileira – tanto os pobres quanto os ricos – não tenha para aonde fugir ou a quem recorrer.

Pacote do veneno e armas químicas

Historicamente, a base química de muitos agrotóxicos deriva diretamente de armas químicas desenvolvidas nas guerras mundiais. Essas substâncias foram criadas para exterminar pessoas promovendo genocídio das raças “inferiores”. Com o término das guerras mundiais, as elites eugenistas e neomalthusianas criaram os “defensivos agrícolas” a partir de armas químicas obsoletas. A propaganda da elite socialista, nazista e fascista era “acabar com a fome mundial”, o que nunca ocorreu.

Atualmente, observamos um padrão de exportação da morte: agrotóxicos proibidos na Europa são liberados e incentivados em países pobres e populosos do terceiro mundo, como Brasil, India, Nigéria, Paquistão, dentre outros. O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, até veneno de rato já foi encontrado na comida do brasileiro em pesquisas científicas, sendo o país um verdadeiro campo de concentração e genocídio generalizado.

Pacote do veneno, eugenia e neomalthusianismo

A disseminação desenfreada de agrotóxicos não é um acidente culposo, mas uma ferramenta genocida dolosa. Agrotóxicos promovem tudo o que as elites eugenistas e neomalthusianos mais gostam, como abortos “espontâneos”, esterilizações, cânceres, malformações congênitas, suicídios, redução do QI, depressão e ansiedade. Em resumo, o objetivo do pacote do veneno é reduzir a população brasileira, impedindo a explosão demográfica, aumentando as taxas de mortalidade e reduzindo as de natalidade e fecundidade.

Nesse contexto, a eugenia e o neomalthusianismo são camuflados em engenharia social e lavagem cerebral. A propaganda ambientalista, o desenvolvimento sustentável, a economia verde, o veganismo, as políticas reprodutivas, os falsos direitos humanos (que soltam bandidos), a morte assistida e outras ideologias camuflam os velhos métodos eugenistas e neomalthusianos: genocídio, feminicídio, esterilização, aborto e eutanásia das raças “inferiores”.

Pacote do veneno, doenças físicas e mentais

Os agrotóxicos estão associados a diversas doenças físicas e mentais, conforme demonstrado por inúmeros estudos científicos. A principal forma de exposição não é a intoxicação aguda, mas a exposição crônica, cotidiana e silenciosa, por meio do consumo contínuo de alimentos contaminados. No Brasil, agrotóxicos são encontrados na comida, na água, no ar e no solo. Eles são substâncias bioacumulativas, persistentes na cadeia alimentar e de difícil eliminação pelo organismo.

Entre as doenças causadas pelo pacote do veneno destacam-se cânceres (leucemia, linfoma, mama, próstata e tireoide), infertilidade, abortos “espontâneos”, malformações congênitas, distúrbios hormonais e doenças hepáticas e renais. No campo da saúde mental e neurológica, há associação com depressão, ansiedade, suicídio, déficits cognitivos, redução de QI, transtornos do neurodesenvolvimento (TDAH, autismo,) e doenças neurodegenerativas (Parkinson, Alzheimer).

Pacote do veneno e criminalização do saudável

Para agravar esse quadro, observa-se a crescente criminalização de alimentos tradicionais e nutritivos no Brasil. Carne, leite, ovos e produções agrícolas sem agrotóxicos são cada vez mais proibidos, multados ou apreendidos pelo Estado, enquanto o modelo de armas químicas é incentivado e protegido. Discursos ideológicos travestidos de preocupação ambiental ou sanitária ajudam a legitimar essa inversão de valores, na qual o alimento natural passa a ser tratado como risco e o veneno como necessidade nutricional.

O Estado frequentemente penaliza pequenos produtores que não utilizam agrotóxicos, seguindo uma lógica regulatória que favorece grandes corporações e concentra o mercado do veneno. Na prática, reforça-se uma política eugenista e neomalthusiana: restringe-se o acesso da população brasileira a alimentos saudáveis e nutritivos, ao passo que se amplia a exposição coletiva a substâncias químicas que adoecem o corpo e a mente.

Poliomielite, Agente Orange e o pacote do veneno

A poliomielite é causada pelo poliovírus, fato amplamente estabelecido pela ciência. Ainda assim, médicos como Morton Biskind observaram que surtos de paralisia infantil coincidiam com períodos de intensa pulverização de pesticidas, como o DDT. Esses compostos são reconhecidamente neurotóxicos e podem causar paralisias, lesões motoras e danos permanentes ao sistema nervoso. Essas observações levantam questionamentos sobre fatores agravantes às formas paralíticas da poliomielite e às paralisias tóxicas semelhantes.

No Vietnã, o uso do Agente Orange provocou deformidades congênitas, paralisias e graves sequelas neuromotoras, conforme reconhecido por organismos internacionais. Os danos observados apresentam padrões neurológicos e motores comparáveis aos da paralisia infantil, indicando que pesticidas podem produzir lesões duradouras e irreversíveis no sistema nervoso. Em resumo, paralisias infantis causadas pela poliomielite pode ser confundidas ou potencializadas por paralisias causadas por agrotóxicos.

Pacote do veneno e despopulação no Brasil

O Brasil é alvo estratégico para elites eugenistas e neomalthusianas que defendem a redução populacional. Somos um país populoso (5º do mundo), miscigenado, QI médio baixo, rico em recursos naturais e de tamanho continental. No âmbito global, a população brasileira — pobres e ricos — corresponde a apenas 2,6% da população mundial, não fazendo a menor diferença para a humanidade como um todo.

Os países pobres e populosos, como o Brasil, India e Paquistão são culpados pelo aquecimento global, pelas alterações climáticas, pelo desmatamento, pela poluição e pela extinção de animais e vegetais. Existe uma visão preconceituosa que enxerga o brasileiro como uma “raça inferior”, desde o Movimento Eugenista Brasileiro, na qual se deve incentivar o aborto, a esterilização, o feminicídio, a eutanásia e o genocídio.

O pacote do veneno é uma ferramenta jurídica na qual se subvertem as instituições brasileiras, colocando veneno na comida, no solo, na água e no ar, para aumentar as taxas de mortalidade e reduzir as de natalidade e fecundidade. Infelizmente, a elite brasileira — pressunçosa, burra e egoista — acredita que se salvará do holocausto da Nova Ordem Mundial, comendo alimentos “orgânicos”, morando em condomínios fechados, fazendo atividades físicas e tendo planos de saúde privados.

Há agrotóxicos que, quando presentes na comida ou na água, não apresentam sabor amargo — podendo ser neutros ou levemente adocicados. Esse sinal sensorial adocicado ou neutro, psicologicamente, gera uma falsa sensação de segurança, levando à ingestão involuntária de substâncias tóxicas.

Pacote do veneno e a indústria da morte

A indústria da morte opera de forma dialética entre a indústria química e o sistema de “saúde”, nos setores público e privado. Primeiro, a indústria química despeja agrotóxicos que geram várias doenças físicas e mentais. Em paralelo, o sistema de “saúde” — público e privado — atende às consequências, cobrando caro pelo tratamento e vendendo soluções paliativas. Em suma, cria-se a demanda (doenças, abortos, esterilizações, depressão, suicídio) para depois lucrar com a oferta (remédios, internações, planos de saúde, serviços funerários). O cidadão brasileiro — pobres e ricos — torna-se mercadoria em duas etapas, enquanto consome o veneno e enquanto tenta sobreviver.

No Brasil, esse modelo se reflete nas próprias instituições da República. Planos de saúde, hospitais, laboratórios, serviços funerários e até clínicas de inseminação transformam o adoecimento da população em um negócio bilionário. O Estado não interrompe esse circuito: ele o organiza, regula e torna financeiramente sustentável, promovendo eugenia e controle populacional. Quanto mais gente adoecida por agrotóxicos, maior a demanda por remédios, exames, internações, planos de saúde e serviços funerários — e, consequentemente, maior o lucro para os mesmos setores que primeiro provocaram a doença.

Pacote do veneno e as instituições da República

O pacote do veneno não poupa ninguém — nem aqueles que deveriam proteger a população brasileira: servidores da ANVISA, membros do Ministério Público Federal, profissionais e conselhos de saúde (medicina, enfermagem, nutrição, psicologia, assistência social), agentes do Ministério da Saúde, do Ministério da Agricultura e da Agência Nacional de Águas. Todos que poderiam agir para impedir os agrotóxicos, mas se calaram e se beneficiam de seus cargos, enriquecendo com as desgraças alheias, tornam-se cúmplices, responsáveis e vítimas das próprias escolhas.

Não adianta comprar alimentos orgânicos, morar em condomínios fechados arborizados, praticar atividades físicas ou ter os melhores planos de saúde: os agrotóxicos estão na comida, na água, no ar e no solo. Uma prova dessa fantasia elistista é que o erro médico é a segunda causa de morte no Brasil, mas essa outra forma de genocídio, assim como o pacote do veneno, é omitida para não chocar a opinião pública. O Sistema Único de Saúde (SUS) — setores público e privado — não foi construído para gerar saúde, qualidade de vida ou bem-estar, mas para promover eugenia e controle populacional no país.

Considerações finais

O pacote do veneno é a prova de que a população brasileira é tratada como uma “raça inferior”. A indústria química e o sistema de “saúde” operam de forma dialética na chamada indústria da morte: induzem doenças e mortes para, depois, venderem tratamentos e planos funerários. Nesse cenário, os agrotóxicos funcionam como armas químicas eugenistas e neomalthusianas, capazes de promover genocídio, abortos “espontâneos” e esterilizações, controlando as taxas de natalidade, fecundidade e mortalidade no Brasil.

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