Dicas de saúde mental na pandemia: guerra e terrorismo psicológicos

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Aprenda algumas dicas de saúde mental na pandemia para se proteger da guerra e do terrorismo psicológicos dos meios de comunicação. Eles raramente apresentam as informações sobre a pandemia de forma objetiva, neutra e impessoal. Eles geralmente expõem as informações de forma parcial, distorcida ou politizada. Os meios de comunicação estão deixando as pessoas depressivas, ansiosas e excessivamente preocupadas com a pandemia.

O terrorismo psicológico dos meios de comunicação é uma estratégia internacional de guerra psicológica: Teoria da Subversão. O menticídio foi uma estratégia de propaganda promovida pelos nazistas e soviéticos para subjugar as pessoas ao totalitarismo. Esse terror psicológico pode desencadear fenômenos psicopatológicos, não unicamente ansiedade e depressão, mas também paranoia e histeria coletivas. Quem não teve algum momento de perturbação mental durante a quarentena, como uma dor de cabeça ou mal-estar, acreditando ter sido contaminado?

Os meios de comunicação utilizam as heurísticas da disponibilidade como formas de manipular e controlar a opinião pública. As heurísticas são atalhos cognitivos, automáticos e inconscientes utilizados na tomada de decisão. Isso se torna ainda mais grave durante a quarentena, porque o isolamento social favorece alterações psíquicas, como ilusões, alucinações e delírios. Por exemplo, notícias repetitivas de mortes, imagens de caixões e cemitérios (associadas ao isolamento) destroem as resistências psicológicas: as pessoas já não sabem o que é realidade ou fantasia (vide).

A pandemia se tornou num palanque para a politicagem, cabe a nós não sermos os “palhaços desse picadeiro”. As pessoas não deveriam dar tanta importância para os meios de comunicação, uma vez que promovem guerra e terrorismo psicológicos. Há muitas fake news nos meios de comunicação, erros grosseiros de conceitos da epidemiologia. As dicas de saúde mental na pandemia são procurar informações em pessoas que tenham o compromisso com a verdade, a liberdade e a ética.

Alguns de meus artigos

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Cinco erros comuns no pensamento depressivo (leia).

Quatro erros comuns no pensamento suicida (leia).

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Movimento Eugenista Brasileiro: Nazismo na Saúde Pública

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O Movimento Eugenista Brasileiro é uma prova de que a saúde pública brasileira tem intimas relações com o nazismo. O farmacêutico e médico brasileiro Dr. Renato Kehl, nascido em 1889 e falecido em 1978, pode ser considerado o “pai” da eugenia no Brasil. Ele criou a “Sociedade Eugênica de São Paulo” e foi “Presidente da Comissão Central Brasileira de Eugenia”. Ele foi também membro “Correspondente das Sociedades Eugênicas de Paris, Londres e México” e diretor médico da Bayer. Além disso, escrevia artigos para o jornal “A Gazeta” e militava pelo “Movimento Eugenista Internacional”.

A eugenia é uma ideologia segundo a qual buscam “aperfeiçoamento” da raça humana por meio da seleção artificial. Enquanto as raças “superiores” procriam, as inferiores são extintas por diferentes métodos. Alguns métodos eugenistas são mais “subjetivos”, como o planejamento familiar, modificação de papéis sociais e educação higienista. Já outros métodos são mais “objetivos”, como aborto, eutanásia e esterilização das raças “inferiores”. Em resumo, a eugenia é um racismo científico justificado na “Teoria da Evolução”, de Charles Darwin.

O Movimento Eugenista Internacional

O auge do “Movimento Eugenista Internacional” foi a “Segunda Guerra Mundial”, quando os nazistas levaram as suas últimas consequências. Os nazistas queriam promover a raça “superior” alemã, o que acarretava necessariamente na extinção das raças “inferiores”. Assim, praticavam a eutanásia de doentes, aborto de minorias e esterilização das raças “inferiores”. Já as câmaras de gás, pesquisas humanas e genocídio eram os métodos eugenistas mais “objetivos”. Foi, assim, que o sistema de saúde alemão, as faculdades e o Estado tornaram-se meios de ação da carnificina eugenista.

Quem conhece o “Movimento Eugenista Internacional”, sua história e métodos, consegue perceber que ainda prevalece na saúde pública. Todos esses fatos contribuem, de forma direta ou não, proposital ou não, para a eugenia:

  • esterilização compulsória de moradores de rua, alcoólatras e drogados;
  • aborto como “direito” das mulheres, como no zika vírus em nordestinos;
  • eutanásia de idosos em hospitais, como “saúde” do idoso ou “direito” de morrer;
  • burocracia na saúde, como mortes nas filas de espera e encaminhamento;
  • burocracia no trabalho, induzindo jovens e desempregados ao suicídio;
  • hospitais psiquiátricos, que podem atuar como “depósitos” de loucos;
  • presídios, que são campos de concentração para pardos, loucos e pretos;
  • periferias e guetos, onde as raças “inferiores” vivem como sub-humanos;
  • eutanásia de pacientes terminais ou inválidos, como em hospitais lotados;
  • mudança sexual forçada, por meio de procedimentos cirúrgicos irreversíveis;
  • engenharia hormonal forçada de crianças, desrespeitando os pais e mães;
  • anticoncepcionais combinados, que possuem também hormônios abortivos;
  • ideologia de gênero nas escolas, interferindo na vida privada, familiar e sexual;
  • propagandas, filmes e programas que estimulam crimes contra as mulheres;
  • estimulação da violência nos jornais, que aumentam homicídios seletivamente;
  • hormônios sexuais na água e alimentação, que interferem na identidade sexual;
  • afrouxamento das leis sanitárias, como agrotóxicos e alimentos transgênicos;
  • novelas desestimulando a família, filhos e relacionamentos superfluos.

Considerações finais

O “Movimento Eugenista Brasileiro”, fundado pelo Dr. Renato Kehl, foi apenas parte do Movimento Eugenista Internacional, que culminou no nazismo. Agora, os profissionais de saúde devem compreender o porquê das estatísticas vitais e dos determinantes sociais da saúde serem centrais na saúde pública. Por meio desses indicadores, os eugenistas promovem a raça “superior” e a extinção das raças “inferiores”. Quem imaginaria que o sistema de saúde brasileiro e o nazismo inspiraram-se nas mesmas ideias eugenistas?

Os pobres, afrodescendentes e índios brasileiros são bombardeados por métodos eugenistas. No entanto, a raça “inferior” que vem sendo extinta é as “famílias nucleares”* de classe média (baixa e média). Ao longo dos últimos anos, elas ficaram menores, instáveis e menos coesas. Além disso, alta ingestão de agrotóxicos, drogas e estilos de vidas sedentários. Em poucas gerações, várias “famílias nucleares” terão sido extintas. No futuro, ter “famílias nucleares” será um previlégio de poucos, apenas das elites. O Brasil é foco de ação eugenistas por ser o quinto país mais populoso do mundo, miscigenado e baixo quociente de inteligência (QI).

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* Composta por parentes de primeiro grau, como pai, mãe e filhos, geralmente laços biológicos. Além disso, parentes de outros graus, como tias, tios, primos, sobrinhos, avós, avôs, tios-avôs, tias-avós etc.

Erro médico é segunda causa de morte no Brasil: genocídio silencioso

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“Dadas as características do sistema de saúde brasileiro, e suas peculiaridades ,esse estudo considera o padrão de 302.610 óbitos como o que mais representa a realidade do país. Considerando esta realidade, as condições adquiridas intra-hospitalares seriam a segunda causa de morte mais comum no Brasil”. (COUTO et al. 2017, p.52).

O erro médico é a segunda causa de morte no Brasil, segundo estudo do “1o Anuário da Segurança Assistêncial Hospitalar no Brasil” (2017). Ele é superior aos óbitos por cânceres, causas externas, doenças do aparelho respiratório, infecciosas e parasitárias. Ele é inferior apenas aos óbitos por doenças do aparelho circulatório, como infarto e AVC. O erro médico é um genocídio silencioso no Brasil.

O Brasil é lider em números absolutos no que se refere a morte por homicídios. A mortalidade no trânsito brasileiro também é uma verdadeira carnificina. Apesar disso, as mortes por erro médico é muito maiores do que os brasileiros imaginam. Abaixo, encontra-se o rank da mortalidade proporcional no Brasil (COUTO et al. 2017, p.52):

1o Doenças do aparelho circulatório → 349.652 óbitos

2o Condições adquiridas intra-hospitalares (erro médico) → 302.610 óbitos

3o Neoplasias (tumores) → 209.780 óbitos

4o Causas externas* → 151.683 óbitos

5o Doenças do aparelho respiratório → 149.541 óbitos

6o Algumas doenças infecciosas e parasitárias → 55.022 óbitos

Tudo isso deixa claro que os profissionais de saúde brasileiro, conscientemente ou não, matam mais que motoristas e criminosos. Eles promovem um verdadeiro genocídio nos hospitais, embora a maioria possa não se sentir culpado. As mortes por erros em saúde no Brasil são verdadeiros crimes contra a humanidade e Direitos Naturais.

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* Causas externas englobam: homicídios, acidentes de trânsito, suicídios, dentre outros.

Tráfico de órgãos: mais rentável que tráfico de drogas

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O tráfico de órgãos dá mais dinheiro que o tráfico de drogas, ficando abaixo apenas do tráfico de armas. Os países que mais realizam turismo para tráfico de órgãos são China, Índia e Paquistão. O tráfico de órgãos está dentre os dez crimes mais cometidos no mundo. Apesar disso, pouco se fala do tráfico de órgãos na mídia, como se o problema não existisse na saúde.

A América Latina tem elevadas taxas de tráfico de drogas e armas, mas pouco se sabe acerca do tráfico de órgãos. No Brasil, a venda de órgãos é proibida, mas há a possibilidade de doação, como em casos de morte encefálica. O sistema de transplante público brasileiro é o maior do mundo. Baseado na corrupção brasileira, podemos questionar se há tráfico de órgãos no país.

O tráfico de órgãos é um “crime de colarinho branco”, que envolve o corporativismo médico corrupto. Muito se fala dos traficantes de drogas das favelas, m a s nunca dos traficantes de órgãos dos hospitais. Quem imaginaria que o tráfico de órgãos dá mais dinheiro que o tráfico de drogas se a mídia sempre mostra os médicos como “instrumentos de Deus”?

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