Terapia Comportamental Online: não seja enganado por coaches

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A Terapia Comportamental Online é uma das áreas mais científicas e técnicas da psicologia. As suas teorias são desenvolvidas a partir do método hipotético-indutivo das ciências clássicas. Por isso, a terapia comportamental é uma das mais eficientes e promissoras. No entanto, há muito charlatanismo e estelionato de coaches na internet, que se dizem “terapeutas comportamentais”. (Leia: Coach: um estrangeirismo barato para autoajuda)

A Psicologia Comportamental, também chamada de Behaviorismo Radical, é pouco conhecida no Brasil. Alguns brasileiros dominam os princípios da física e da química, que regem os fenômenos naturais. Porém, pouquíssimos brasileiros conhecem os princípios do comportamento, como os reflexos condicionados e comportamentos operantes. (Leia Comportamenrto Operante: aprenda a analisar o comportamento).

Por exemplo: se você quer construir um avião, precisa respeitar as leis da física, como as Leis de Newton. Caso contrário, seu avião não voará ou, caso voe, poderá cair ou ser muito instável. Se você quer produzir vinho artesanal, precisa respeitar as leis da química, como a fermentação. Caso contrário, seu vinho ficará com o sabor horrível ou, até mesmo, se transformará em vinagre. (Conheça Terapia Online Especializada, sessão 1h30min e muito mais).

O mesmo raciocínio se aplica aos seres humanos: os comportamentos são regidos por leis universais. Se você quer ter um relacionamento amoroso saudável, precisa conhecer os princípios do comportamento. Se você quer educar seus filhos de forma correta, precisa conhecer os princípios do comportamento. Se você quer gerir os funcionários de sua empresa, precisa conhecer os princípios do comportamento. (Leia Comportamenrto Operante: aprenda a analisar o comportamento).

Finalizando, a Terapia Comportamental Online não deve ser confundida com charlatanismo e estelionato de coaches na internet. O terapeuta comportamental verdadeiro é aquele que cursou psicologia numa faculdade reconhecida pelo MEC (~5 anos) e trabalha com Behaviorismo Radical. A Psicologia Comportamental é uma ciência aplicada nas melhores clínicas, universidade e hospitais do planeta.

Aplicações da Terapia Comportamental Online

A Terapia Comportamental Online pode ser aplicada em diferente contextos. Ela pode ser aplicada de forma criativa e inovadora. Ela não é utilizada apenas no tratamento de transtornos mentais. Ela pode ser aplicada no relacionamento amoroso, na família, no trabalho, na escola. Se você tem alguma dúvida de como a Terapia Comportamental Online pode lhe ajudar, Fale Comigo.

  • Melhorar o relacionamento amoroso, como reduzir ciúmes e brigas;
  • Desenvolver autoestima, reduzir ansiedade e depressão;
  • Emagrecer e desenvolver um estilo de vida mais saudável;
  • Desenvolver técnicas de relaxamento/meditação para reduzir ansiedade;
  • Reduzir dores crônicas, como enxaquecas e cólicas;
  • Educar o filho de forma mais eficiente, fácil e sem estresse;
  • Aprender a lidar melhor com pessoas no ambiente de trabalho;
  • Desenvolver hábitos e rotinas, para alcançar objetivos específicos;
  • Perder a timidez e vergonha, como falar em público;
  • Parar ou reduzir o uso de fumo, bebidas e drogas;
  • Treinamento de professores para potencializar aprendizagem;
  • Treinamento de funcionários para melhorar produtividade.

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Sintomas de ansiedade: dores, formigamentos e fincadas no peito

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Os sintomas de ansiedade são, muitas vezes, confundidos com infarto do miocárdio: palpitações, falta de ar e fincadas no peito. Além disso, a ansiedade pode promover formigamentos, tremores e dores de cabeça. Em casos mais crônicos, a ansiedade pode desencadear em úlceras, gastrite, hipertensão e diabetes.

Nos transtornos de ansiedade, os mecanismos do estresse, o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal encontram-se desregulados. Os hormônios do estresse, como o cortisol e a (nor)adrenalina, encontram-se superexcitados. Por isso, a pessoa tem sensações de medo, sufocamento e fincadas no peito.

Além de alterações neurobiológicas, os sintomas de ansiedade são acompanhados por alterações cognitivas. Pensamentos catastróficos, emocionais e automáticos são comuns em portadores de transtorno de ansiedade. Segundo a Terapia Cognitiva Comportamental, são esses pensamentos distorcidos que causam ansiedade desadaptativa.

Sintomas de ansiedade

  • Dores de cabeça em momentos de pressão;
  • Dores e/ou desconforto no estômago;
  • Fincadas no peito, como se fosse infartar;
  • Aumento da temperatura corporal, sudorese;
  • Formigamentos nas mãos, boca e rosto;
  • Coração acelerado e apertado, taquicardia;
  • Dificuldades em respirar, sensação de sufoco;
  • Queda de cabelos, alterações na pele;
  • Tremores corporais, como nas mãos e pernas;
  • Diarreias ou constipações frequentes;
  • Medo e preocupações recorrentes;
  • Insônia, falta de atenção e concentração.

Trata-se de grande equivoco achar que a ansiedade é apenas uma agitação mental e corporal exagerados. A ansiedade pode desencadear em doenças crônicas não-transmissíveis graves, quando não tratada. A forma mais eficiente de tratamento da ansiedade é a Terapia Cognitiva-Comportamental e ansiolíticos.

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Feminazis: o feminismo é uma ideologia nazista

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As origens das feminazis são anteriores às Revoluções Feministas da décadas de 1970, sendo o Terceiro Reich um importante momento histórico do feminismo. Durante muitos anos, as feministas nazistas foram negligenciadas pelos pesquisadores do holocausto. No entanto, a partir da publicação do livro “As Mulheres do Nazismo”, da pesquisadora Wendy Lower, a verdade emergiu. Hoje, sabemos que as feministas alemãs participaram ativamente do genocídio.

Liga das Jovens Alemãs

Após perderem a “Primeira Guerra Mundial”, os alemães nutriam sentimentos de revanche e revolta. As meninas que nasciam nesse contexto sociocultural eram fortemente influenciadas por políticas públicas. Por exemplo, na “Liga das Jovens Alemãs”, de natureza compulsória, as meninas aprendiam atividades do lar e maternidade. Na vida adulta, casavam-se e geravam filhos para trabalhar no Terceiro Reich. No entanto, nem todas jovens conseguiam se casar e permaneciam desocupadas.

Os homens nazistas perceberam que as características femininas poderiam ser usufruídas no “Terceiro Reich”. Como existiam cotas para mulheres no ensino superior, os altos escalões eram sobretudo para os homens. Os homens tinham maiores dificuldades em promover a raça ariana “superior”‘ em alguns setores da sociedade. Por isso, muitas mulheres tornaram-se enfermeiras, professoras, secretárias e assistentes sociais. As propagandas foram decisivas para que as mulheres seguissem carreiras no nazismo.

Feminazis conservadoras e progressistas

Na Alemanha nazista, existiam basicamente duas grandes categorias de mulheres: as conservadoras e as progressistas. As mulheres conservadoras nazistas eram mães, esposas, do lar e defensoras da família tradicional. Já as mulheres progressistas nazistas eram professoras, enfermeiras, secretárias e assistentes sociais. Tanto as mulheres conservadoras o quanto progressistas eram militantes do nazismo. Elas defendiam a perpetuação da raça ariana “superior” e a extinção das raças “inferiores”.

As mulheres progressistas nazistas eram bastante diferentes das mulheres nazistas conservadoras, embora as generalizações devam ser evitadas. Geralmente, as mulheres conservadoras eram as “recatadas do lar”, como as esposas dos nazistas do alto escalão. A própria esposa do ministro da propaganda, Magda Goebbels, era um exemplo de mulher conservadora. Já as mulheres progressistas, de classes menos favorecidas, geralmente eram solteiras “vida louca”. Nas cidades onde trabalhavam, elas participavam das “festinhas masculinas”, com muito álcool, tabaco e sexo.

Enfermeiras, professoras, assistentes e secretárias genocídas

As mulheres progressistas trabalhavam em escolas, hospitais e campos de concentração no leste europeu. As professoras nazistas doutrinavam as crianças e realizavam processos de seleção eugênica. Elas denunciavam, ao governo nazista, crianças de outras etnias ou com deficiências físicas e mentais. Caso as professoras percebessem algum aluno com traços germânicos, membros do governo eram convocados. Assim, caso os testes eugênicos fossem positivos, a criança era confiscada e doada à alemães natos.

Já as enfermeiras nazistas foram tão sanguinárias o quanto os médicos, pois eram as que “colocavam a mão na massa”. Nos campos de concentração e hospitais, atuavam na esterilização, aborto, eutanásia e experimentos científicos. As vítimas quase sempre eram pessoas de outras etnias, idosos, portadores de doenças físicas e mentais. Ao mesmo tempo, nas frentes de batalha, as enfermeiras nazistas atuavam com zelo, higiene e cuidado de combatentes germânicos feridos.

Por fim, as secretárias nazistas foram literalmente as genocidas de gabinete: seus trabalhos abstratos eram verdadeiras armas de destruição em massa. Elas realizavam importantes serviços administrativos, como na “Gestapo”, a polícia secreta nazista. As secretárias nazistas produziam relatórios, atas, levantamento de dados, dentre outros documentos. Não raro, podiam assinar, carimbar e liberar documentos, como o extermínio em massa de judeus.

O que professoras, enfermeiras e secretárias nazistas possuíam em comum? Tratavam-se de militantes políticas “cegas”. Geralmente, eram jovens (entre 18-25 anos), solteiras, sem perspectivas, crianças que sofreram lavagens cerebrais. Eram mulheres que provocavam, direta ou indiretamente, homicídios, perseguições e genocídios. Apesar disso, não se sentisse culpadas ou responsáveis pelo holocausto do qual participavam ativamente. As mulheres nazistas acreditavam que estavam apenas realizando seus trabalhos.

A mentalidade nazista das feministas brasileiras

Existem diferenças elementares entre as antigas mulheres nazistas e feministas brasileiras na atualidade. Por um lado, as mulheres nazistas incentivavam aborto, esterilização e extinção, mas sempre de outras etnias. Por outro lado, defendiam, desejavam e promoviam a proliferação da raça ariana “superior” em detrimento de outras. Por exemplo, o aborto era proibido entre as alemãs, mas incentivado entre judias, ciganas e polonesas. Enfim, as mulheres nazistas sabiam que aborto, esterilização e eutanásia eram procedimentos eugenistas para extinguir as raças “inferiores”.

As feministas brasileiras atuam numa espécie de suicídio étnico defendendo os mesmos métodos eugenistas dos nazistas. As feministas brasileiras defendem aborto, mas quando pretas moradoras de rua são esterilizadas compulsoriamente no SUS, elas não se sentem culpadas. As feministas defendem a troca de sexo, mas quando transsexuais suicidam por transtornos da “imagem corporal”, nenhuma militante responsabiliza-se pela epidemia de suicídios. Quem promoverá mais aborto no SUS caso essa política nazista seja aprovada no Brasil: a “recatada do lar” ou a “mestiça”?

Considerações finais

O feminismo brasileiro na atualidade é apenas um upgrade do feminismo nazista, uma continuidade do Movimento Eugenista Brasileiro. Desde o governo do nazifascicomunista Getúlio Vargas, os homens brasileiros já pensavam em emponderar as mulheres no movimento eugenista. As feministas brasileiras promovem eugenia de forma inversa, numa espécie de suicídio étnico, mas poucas se dão conta de que agem como nazistas. Todas as mulheres brasileiras precisam se conscientizar das manipulações psicológicas do feminismo globalista.

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Como identificar abusos psicológicos no relacionamento?

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Os abusos psicológicos são bastantes comuns em relacionamentos abusivos. Eles ocorrem na intimidade do casal se tornando em comportamentos habituais. A própria vítima geralmente não percebe que sofre abusos psicológicos. Apesar disso, a vítima experimenta grandes sofrimentos psicológicos. Abaixo, alguns exemplos de abusos psicológicos no relacionamento:

Ameaças diversas: “Eu terminarei nosso relacionamento, se você não excluir aquelas pessoas no Facebook”;

Caos psicológico: “Eu te amo demais, você é tudo na minha vida, mas não suporto mais esse casamento”;

Chantagens emocionais: “Se você se separar de mim, eu juro que mato nosso filho e suicido na sua frente”;

Culpabilização do outro: “Estou com dor de cabeça por sua culpa, porque você reclama demais sobre mim”;

Desvalorização de conquistas: “A sua empresa está crescendo, mas também foi seu pai quem lhe ajudou”.

Distorções de fatos: “Eu não deixei a toalha sobre a cama, pois nem tomei banho ainda; foi você quem molhou a cama”;

Ofensas e piadas: “Você está gorda demais, suas botas parecem aquelas de filmes de faroeste”.

Esses são apenas alguns exemplos de abusos psicológicos em relacionamentos abusivos. As vítimas geralmente experimentam grandes cargas de ansiedade e depressão. Em casos graves, a vítima pode desenvolver fobias, dissociações, transtorno de estresse pós-traumático e ideações suicidas. Por fim, se você conhece alguém num relacionamento abusivo, compartilhe nosso conteúdo.

Relacionamentos abusivos (podcast)

Episódios

01: Os quatro tipos de relacionamentos abusivos (ouça)

02: Meu parceiro é normal? (ouça)

03: Meu parceiro tem transtorno de personalidade? (ouça)

04: Meu parceiro é psicopata? (ouça)

05: Meu parceiro é narcisista? (ouça)

Fale diretamente comigo, se você é vítima de relacionamento abusivo!