A privatização dos correios: a psicopolítica da subversão

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A privatização dos correios é uma prova de que o Brasil é um país psicopoliticamente subvertido. Ao contrário do que se pensa, o socialismo e o capitalismo (financeiro e de Estado) não são excludentes, mas complementares. Enquanto a esquerda política estatiza o país (criando hospitais, empresas e universidades públicas), a direita privatiza-o (deixando-o mais “enxuto”). Assim, as instituições públicas são entregues as corporações nazifascicomunistas, como a Vale do Rio Doce. Qual bilionário não quer a privatização dos correios, investir em ações e viver dos juros compostos de um monopólio? A Teoria da Subversão é uma estratégia de guerra psicológica internacional.

A fase da estatização

A fase da estatização geralmente é realizada pela esquerda política, após uma intensa propaganda por direitos sociais: “precisamos de saúde, educação e segurança”. Para que coloque em prática seu projeto estatizante, a esquerda precisa de investimentos, advindos do empréstimo em bancos e políticas monetárias. No curso prazo, a esquerda política gera um “bum” na economia, aumentado os empregos e aquecendo a economia. No entanto, no médio prazo (por não se trata de riqueza real), a esquerda aumenta a inflação, desemprego e recessão. Por fim, no longo prazo, a esquerda política aumenta a dívida pública e impostos, enquanto “urubus” vivem dos juros de títulos de dívidas. A fase da estatização “incha” o estado, tornando-o burocrático, ineficiente e caro. A esquerda política é psicologicamente associada a inclusão social, acesso a produtos e serviços.

A fase da subversão

A fase da subversão é realizada pelos meios de comunicação, a maioria controlada por integrantes da esquerda política. Essa fase consiste em difamar as estatais como incompetentes, ineficientes e corruptas. A fase da subversão é uma repercussão da fase da estatização, que impõe a população comportamentos criminosos. Por exemplo, na criação de um hospital público, ganham os empresários que conseguem driblar as burocracias. Os empresários que não conseguem se adaptar ao estatismo da esquerda política são eliminados do mercado. Ao serem bombardeados por informações difamatórias, a população cria ojeriza e decepção pelas instituições públicas . Assim, emerge no imaginário da população que o melhor seria privatizar as instituições públicas. A fase da subversão perdura o tempo suficiente para que ocorra a privatização. Alcançado esse objetivo, os meios de comunicação param de difamar a instituição. O Pré-Sal foi entregue aos nazifascicomunistas e os meios de comunicação não difamam a Petrobras como outrora.

A fase da privatização

A fase da privatização é realizada pela “direita” política, os liberais, após o processo de subversão das estatais nos meios de comunicação. Essa fase consiste em vender as estatais as corporações nazifascicomunistas por preços irrisórios, para que detenham o monopólio no setor. A direita política é encarregada também de realizar as reformas no Estado, como cortes nos gastos públicos. Por exemplo, a Vale do Rio Doce não foi realmente privatizada, pois o que ocorreu foi uma transferência do monopólio sobre a mineração, do setor público para o setor privado (bilionários). O próprio Dr. Enéas disse ser um crime de lesa-pátria, na qual um banqueiro narcotraficante comprou a Vale do Rio Doce*. Como pode um banqueiro financiar movimentos sociais de esquerda e se beneficiar pela privatização da direita liberal? A direita política é psicologicamente associada a exclusão social, inflação e desemprego, mas é apenas o “outro lado da moeda”.

Considerações finais

A psicopolítica da subversão, como buscamos demonstrar, apresenta um caráter cíclico, no qual a esquerda e a direita políticas alternam-se no poder. Não é por acaso que a direita política atual foi criada “da noite para o dia”, o mesmo já ocorreu noutros períodos da história. Essa falsa democracia é uma maneira que as elites têm de manter a população trabalhando, produzindo e pagando impostos. Afinal, a dívida pública (mais de 3 trilhões) precisa ser paga e a soberania dos países em desenvolvimento precisa ser destruída. Em resumo, é o velho estratagema revolucionário ORDO AB CHAO (ordem pelo caos), no qual a Nova Ordem Mundial é implantada: destruir e reconstruir, estatizar e privatizar.

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* O que ocorre no Brasil é semelhante ao que ocorreu na União Soviética, com o seu desmantelamento. Com o fim do regime soviético, as estatais foram privatizadas e vendidas à preço de bananas. Hoje, a Rússia é controlada por alguns poucos bilionários nazifascicomunistas, muitos considerados criminosos.

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