Movimento Eugenista Brasileiro: Nazismo na Saúde Pública

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O Movimento Eugenista Brasileiro é uma prova de que a saúde pública brasileira tem intimas relações com o nazismo. O farmacêutico e médico brasileiro Dr. Renato Kehl, nascido em 1889 e falecido em 1978, pode ser considerado o “pai” da eugenia no Brasil. Ele criou a “Sociedade Eugênica de São Paulo” e foi “Presidente da Comissão Central Brasileira de Eugenia”. Ele foi também membro “Correspondente das Sociedades Eugênicas de Paris, Londres e México” e diretor médico da Bayer. Além disso, escrevia artigos para o jornal “A Gazeta” e militava pelo “Movimento Eugenista Internacional”.

A eugenia é uma ideologia segundo a qual buscam “aperfeiçoamento” da raça humana por meio da seleção artificial. Enquanto as raças “superiores” procriam, as inferiores são extintas por diferentes métodos. Alguns métodos eugenistas são mais “subjetivos”, como o planejamento familiar, modificação de papéis sociais e educação higienista. Já outros métodos são mais “objetivos”, como aborto, eutanásia e esterilização das raças “inferiores”. Em resumo, a eugenia é um racismo científico justificado na “Teoria da Evolução”, de Charles Darwin.

O Movimento Eugenista Internacional

O auge do “Movimento Eugenista Internacional” foi a “Segunda Guerra Mundial”, quando os nazistas levaram as suas últimas consequências. Os nazistas queriam promover a raça “superior” alemã, o que acarretava necessariamente na extinção das raças “inferiores”. Assim, praticavam a eutanásia de doentes, aborto de minorias e esterilização das raças “inferiores”. Já as câmaras de gás, pesquisas humanas e genocídio eram os métodos eugenistas mais “objetivos”. Foi, assim, que o sistema de saúde alemão, as faculdades e o Estado tornaram-se meios de ação da carnificina eugenista.

Quem conhece o “Movimento Eugenista Internacional”, sua história e métodos, consegue perceber que ainda prevalece na saúde pública. Todos esses fatos contribuem, de forma direta ou não, proposital ou não, para a eugenia:

  • esterilização compulsória de moradores de rua, alcoólatras e drogados;
  • aborto como “direito” das mulheres, como no zika vírus em nordestinos;
  • eutanásia de idosos em hospitais, como “saúde” do idoso ou “direito” de morrer;
  • burocracia na saúde, como mortes nas filas de espera e encaminhamento;
  • burocracia no trabalho, induzindo jovens e desempregados ao suicídio;
  • hospitais psiquiátricos, que podem atuar como “depósitos” de loucos;
  • presídios, que são campos de concentração para pardos, loucos e pretos;
  • periferias e guetos, onde as raças “inferiores” vivem como sub-humanos;
  • eutanásia de pacientes terminais ou inválidos, como em hospitais lotados;
  • mudança sexual forçada, por meio de procedimentos cirúrgicos irreversíveis;
  • engenharia hormonal forçada de crianças, desrespeitando os pais e mães;
  • anticoncepcionais combinados, que possuem também hormônios abortivos;
  • ideologia de gênero nas escolas, interferindo na vida privada, familiar e sexual;
  • propagandas, filmes e programas que estimulam crimes contra as mulheres;
  • estimulação da violência nos jornais, que aumentam homicídios seletivamente;
  • hormônios sexuais na água e alimentação, que interferem na identidade sexual;
  • afrouxamento das leis sanitárias, como agrotóxicos e alimentos transgênicos;
  • novelas desestimulando a família, filhos e relacionamentos superfluos.

Considerações finais

O “Movimento Eugenista Brasileiro”, fundado pelo Dr. Renato Kehl, foi apenas parte do Movimento Eugenista Internacional, que culminou no nazismo. Agora, os profissionais de saúde devem compreender o porquê das estatísticas vitais e dos determinantes sociais da saúde serem centrais na saúde pública. Por meio desses indicadores, os eugenistas promovem a raça “superior” e a extinção das raças “inferiores”. Quem imaginaria que o sistema de saúde brasileiro e o nazismo inspiraram-se nas mesmas ideias eugenistas?

Os pobres, afrodescendentes e índios brasileiros são bombardeados por métodos eugenistas. No entanto, a raça “inferior” que vem sendo extinta é as “famílias nucleares”* de classe média (baixa e média). Ao longo dos últimos anos, elas ficaram menores, instáveis e menos coesas. Além disso, alta ingestão de agrotóxicos, drogas e estilos de vidas sedentários. Em poucas gerações, várias “famílias nucleares” terão sido extintas. No futuro, ter “famílias nucleares” será um previlégio de poucos, apenas das elites. O Brasil é foco de ação eugenistas por ser o quinto país mais populoso do mundo, miscigenado e baixo quociente de inteligência (QI).

Profissional de saúde precisando de atendimento psicológico especializado? Fale comigo.

* Composta por parentes de primeiro grau, como pai, mãe e filhos, geralmente laços biológicos. Além disso, parentes de outros graus, como tias, tios, primos, sobrinhos, avós, avôs, tios-avôs, tias-avós etc.

Erro médico é segunda causa de morte no Brasil: genocídio silencioso

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“Dadas as características do sistema de saúde brasileiro, e suas peculiaridades ,esse estudo considera o padrão de 302.610 óbitos como o que mais representa a realidade do país. Considerando esta realidade, as condições adquiridas intra-hospitalares seriam a segunda causa de morte mais comum no Brasil”. (COUTO et al. 2017, p.52).

O erro médico é a segunda causa de morte no Brasil, segundo estudo do “1o Anuário da Segurança Assistêncial Hospitalar no Brasil” (2017). Ele é superior aos óbitos por cânceres, causas externas, doenças do aparelho respiratório, infecciosas e parasitárias. Ele é inferior apenas aos óbitos por doenças do aparelho circulatório, como infarto e AVC. O erro médico é um genocídio silencioso no Brasil.

O Brasil é lider em números absolutos no que se refere a morte por homicídios. A mortalidade no trânsito brasileiro também é uma verdadeira carnificina. Apesar disso, as mortes por erro médico é muito maiores do que os brasileiros imaginam. Abaixo, encontra-se o rank da mortalidade proporcional no Brasil (COUTO et al. 2017, p.52):

1o Doenças do aparelho circulatório → 349.652 óbitos

2o Condições adquiridas intra-hospitalares (erro médico) → 302.610 óbitos

3o Neoplasias (tumores) → 209.780 óbitos

4o Causas externas* → 151.683 óbitos

5o Doenças do aparelho respiratório → 149.541 óbitos

6o Algumas doenças infecciosas e parasitárias → 55.022 óbitos

Tudo isso deixa claro que os profissionais de saúde brasileiro, conscientemente ou não, matam mais que motoristas e criminosos. Eles promovem um verdadeiro genocídio nos hospitais, embora a maioria possa não se sentir culpado. As mortes por erros em saúde no Brasil são verdadeiros crimes contra a humanidade e Direitos Naturais.

Profissional de saúde “sufocado” pelo sistema de saúde brasileiro? Fale comigo.

* Causas externas englobam: homicídios, acidentes de trânsito, suicídios, dentre outros.

 

Tráfico de órgãos: mais rentável que tráfico de drogas

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O tráfico de órgãos dá mais dinheiro que o tráfico de drogas, ficando abaixo apenas do tráfico de armas. Os países que mais realizam turismo para tráfico de órgãos são China, Índia e Paquistão. O tráfico de órgãos está dentre os dez crimes mais cometidos no mundo. Apesar disso, pouco se fala do tráfico de órgãos na mídia, como se o problema não existisse na saúde.

A América Latina tem elevadas taxas de tráfico de drogas e armas, mas pouco se sabe acerca do tráfico de órgãos. No Brasil, a venda de órgãos é proibida, mas há a possibilidade de doação, como em casos de morte encefálica. O sistema de transplante público brasileiro é o maior do mundo. Baseado na corrupção brasileira, podemos questionar se há tráfico de órgãos no país.

O tráfico de órgãos é um “crime de colarinho branco”, que envolve o corporativismo médico corrupto. Muito se fala dos traficantes de drogas das favelas, m a s nunca dos traficantes de órgãos dos hospitais. Quem imaginaria que o tráfico de órgãos dá mais dinheiro que o tráfico de drogas se a mídia sempre mostra os médicos como “instrumentos de Deus”?

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Médico nazista no Brasil: Dr. Josef Mengele

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O que o médico nazista Dr. Josef Mengele* fazia no Brasil? Ele é mais conhecido como o “anjo da morte”, oficial da SS e chefe do campo de concentração de Auschwitz. Ele foi genocida e criminoso de guerra, utilizou a medicina na promoção da eugenia. Muitos seres humanos foram utilizados como cobaias de experimentos médicos. Muitos medicamentos, procedimentos clínicos e cirúrgicos foram testados nas raças “inferiores”, como judeus.

Após a Segunda Guerra Mundial, alguns médicos nazistas foram julgados no Tribunal de Nuremberg, mas outros fugiram ou mesmo isentados pelos seus crimes. Primeiro, Dr. Mengele viveu na Argentina e, mais tarde, no Brasil, onde morreu, em São Paulo. Abaixo, listamos algumas perguntas que deferiam ser respondias pelos pesquisadores da saúde:

  • Quais as relações entre os sistemas de saúde nazista e brasileiro, uma vez que ambos faziam parte do Movimento Eugenista Internacional e queriam promover uma raça “superior”?
  • Quais as similaridades entre os profissionais de saúde nazistas e brasileiros, uma vez que ambas defendem sanitarismo, higienismo, “healthism” e políticas compulsórias?
  • Quem ajudou, acobertou e protegeu Dr. Mengele no Brasil, uma vez que tinha documentos falsos e viveu sem grandes preocupações, inclusive frequentando praias?
  • Dr. Mengele continuou trabalhando como médico, seja diretamente ou indiretamente, uma vez que outros cientistas nazistas foram recrutados noutros países, como URSS?

Há uma diversidade de perguntas sem respostas acerca da estadia do Dr. Mengele no Brasil, o maior médico genocida da história. Apesar disso, há várias evidências históricas de que o sistema de saúde brasileiro recebeu fortes influências do nazismo. O próprio psiquiatra Franco Basaglia, ao visitar o manicômio de Barbacena, percebeu as similaridades com campos de concentração nazista. Quais os riscos do sistema de saúde brasileiro transformar os profissionais de saúde, como médicos e enfermeiras, em genocídas?

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* Dr. Mengele era militante do Partido Social Nacionalista dos Trabalhadores, mais conhecido como Partido Nazista. Ele obedecia de forma "cega" as políticas públicas do Terceiro Reich. Naquele contexto, para ser professor universitário, pesquisador ou profissional de saúde, era praticamente obrigatório a militância política nazista.

Anticoncepcionais: dificuldades em engravida?

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As dificuldades em engravidar seriam causadas pelo uso indiscriminado dos anticoncepcionais combinados? Embora essa pergunta possa ser respondida apenas por meio de estudos científicos, há fatos históricos importantes acerca dos contraceptívos. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, os anticoncepcionais combinados possuem também hormônios abortivos. Abaixo, iremos fazer uma breve reflexão histórica acerca dos anticoncepcionais.

Controle populacional

Proctor, em seu livro “Higiene Racial: Medicina no Nazismo”, demonstra como o sistema de saúde alemão promovia eugenia. Proctor fala bastante do aborto e da esterilização como técnicas de seleção artificial. Hitler não permitia o aborto e a esterilização dentre os alemães “puros”. Pelo contrário, havia grande propaganda para a promoção da família alemã tradicional. Já outros grupos étnicos “inferiores”, como judeus, o aborto e a esterilização eram incentivados. Enquanto as raças “inferiores” eram extintas, a raça “superior” alemã se proliferava.

O sistema de saúde brasileiro fazia parte do “Movimento Eugenista Internacional”, cujo objetivo central era promover uma raça “superior”. O “Boletim Eugenista Brasileiro” é prova de que a saúde brasileira era defensor dessas políticas nazifascicomunistas. Nesses documentos, há os maiores absurdos, como desaconselhar o casamento com pretos, impedir que doentes mentais se casem e, inclusive, emponderar as mulheres no movimento eugenista.

Com o aumento da população mundial, após a “Segunda Guerra Mundia”, emergiu a demografia neomaltusiana. Eles acreditam que os problemas do mundo são consequências do excesso populacional. Sendo assim, reduzir a população é uma maneira de acabar com o aquecimento global, desmatamento, poluição, extinção animal etc. Os anticoncepcionais surgiram como métodos demográficos para reduzir a população mundial. Nessa época, os anticoncepcionais possuíam elevadas taxas hormonais, inclusive evidências de cânceres.

Anticoncepcionais

Para reduzir as cargas hormonais, os cientistas desenvolveram anticoncepcionais combinados, que possuem tanto hormônios contraceptivos quanto substâncias abortivas. Os hormônios contraceptivos, como os estrogênios, atuam sobretudo na hipófise, localizada dentro da cabeça. Ela é a glândula hormonal “mestra” que controla outras glândulas, como os ovários. As substâncias químicas contraceptivas inibem a hipófise na produção de hormônios luteinizantes, que agem sobre os ovários. Assim, os ovários não ovulam, pois é como se a hipófise “entendesse” que a mulher já se encontra grávida, devido elevações hormonais. Sendo assim, são realmente contraceptivos, pois atuam ANTERIORMENTE à fecundação do óvulo pelo espermatozoide.

Já as substâncias abortivas, como os progestágenos presentes nos anticoncepcionais combinados, atuam também no útero, modificando sua fisiologia. Dentre outras alterações, essas substâncias químicas modificam o endométrio, a camada mais interna do útero, e os mucos intrauterinos. Assim, elas impendem o processo de nidação: o mecanismo fisiológico por meio do qual o embrião fixa-se na parede do útero para continuar desenvolvendo. Sendo assim, são literalmente abortivos, pois atuam APÓS a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Embora as bulas dos anticoncepcionais apresentem as informações, os termos técnico- científicos, como “nidação”, dificultam a compreensão dos leigos. Utilizam a expressão “anticoncepcionais”, mas não é exatamente isso que ocorre no organismo das mulheres.

Por exemplo, se uma mulher ingere anticoncepcionais combinados, há a probabilidade (mesmo que pequena) de que ocorra a ovulação. Sendo assim, o óvulo pode ser fecundado pelo espermatozoide, iniciando a embriogênese. Apesar disso, o embrião precisa “grudar” na parede do útero para continuar crescendo. Porém, os progestágenos impedem a fixação do embrião na parede do útero. Assim, o embrião morre e é expelido para fora do útero de sua mãe. Como é muito pequeno, invisível, o assassinato intrauterino ocorre sem que as mulheres brasileiras saibam. Por que as mulheres brasileiras não são devidamente informadas acerca dos mecanismos fisiológicos dos anticoncepcionais combinados?

Engenharia social

Aqui, vale destacar que o embrião já é um ser humano em desenvolvimento e deveria ter os mesmos “Direitos Naturais” dos bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Primeiro, o embrião tem todos os cromossomos, materiais genéticos, da mãe e do pai. Segundo, a embriogênese começa logo após a fecundação e não apenas após fixar na parede do útero. Terceiro, o embrião tem ectoderme, mesoderme e endoderme, de onde originam órgãos, tecidos e vísceras. Quarto, o sistema nervoso, oriundo da ectoderme, a goteira neural, é um dos primeiros a começar a se formar. Em termos fisiológicos, genéticos, histológicos e embriológicos não há nenhuma dúvida de ser aborto.

Para promover controle populacional, realizaram engenharia social, como mudar o significado das palavras e fazer propagandas. A “vida” passou a ser conceituada como algo que inicia somente após a fixação do embrião na parede do útero, não na fecundação. Já a “morte” passou a ser conceituada em termos de morte encefálica, não de morte cardiorrespiratória. O próprio termo “aborto” é um eufemismo para assassinato intrauterino. Ao mesmo tempo, propagandas nos meios de comunicação, como se as mulheres que ingerissem anticoncepcionais fossem mais modernas. Em resumo, modificaram os conceitos de “vida” e “morte” e fizeram propaganda para a população aceitar o aborto, a esterilização e a eutanásia como normais.

Considerações finais

Os agrotóxicos são problemas de saúde pública, químicos nocívos, mas pouca se fala acerca dos anticoncepcionais combinados, nem mesmo as feministas. Quantos Rodrigos, Robertas e Patrícias foram assassinados dentro do útero, sem que suas mães soubessem? Quantos profissionais de saúde, como médicos, não foram devidamente informados nas faculdades e não refletem acerca dos anticoncepcionais combinados? O sistema de saúde brasileiro possui uma história nebulosa em relação ao Movimento Eugenista Internacional. Esse é um fato histórico que nos faz refletir se a dificuldade em engravidar pode ser consequências do uso indiscriminado de anticoncepcionais combinados.

Quantas mulheres morreram por câncer de mama ou de colo de útero nas últimas décadas? Quantos abortos espontâneos têm ocorrido? Quantas mulheres são estéreis e não conseguem engravidar? Quantos homens se julgam sem virilidade suficiente para engravidar uma mulher? Quantos bilhões de dólares movimentam as clínicas de inseminação artificial? Aqui, não estamos afirmando que os anticoncepcionais são todos nocívos à saúde. Pelo contrário, é o sistema de saúde brasileiro que deve monitorar os seus efeitos. As mulheres brasileiras têm o direito de saber os efeitos dos anticoncepcionais combinados no organismo!!!

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