Tráfico de órgãos: mais rentável que tráfico de drogas

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O tráfico de órgãos dá mais dinheiro que o tráfico de drogas, ficando abaixo apenas do tráfico de armas. Os países que mais realizam turismo para tráfico de órgãos são China, Índia e Paquistão. O tráfico de órgãos está dentre os dez crimes mais cometidos no mundo. Apesar disso, pouco se fala do tráfico de órgãos na mídia, como se o problema não existisse na saúde.

A América Latina tem elevadas taxas de tráfico de drogas e armas, mas pouco se sabe acerca do tráfico de órgãos. No Brasil, a venda de órgãos é proibida, mas há a possibilidade de doação, como em casos de morte encefálica. O sistema de transplante público brasileiro é o maior do mundo. Baseado na corrupção brasileira, podemos questionar se há tráfico de órgãos no país.

O tráfico de órgãos é um “crime de colarinho branco”, que envolve o corporativismo médico corrupto. Muito se fala dos traficantes de drogas das favelas, m a s nunca dos traficantes de órgãos dos hospitais. Quem imaginaria que o tráfico de órgãos dá mais dinheiro que o tráfico de drogas se a mídia sempre mostra os médicos como “instrumentos de Deus”?

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Médico nazista no Brasil: Dr. Josef Mengele

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O que o médico nazista Dr. Josef Mengele* fazia no Brasil? Ele é mais conhecido como o “anjo da morte”, oficial da SS e chefe do campo de concentração de Auschwitz. Ele foi genocida e criminoso de guerra, utilizou a medicina na promoção da eugenia. Muitos seres humanos foram utilizados como cobaias de experimentos médicos. Muitos medicamentos, procedimentos clínicos e cirúrgicos foram testados nas raças “inferiores”, como judeus.

Após a Segunda Guerra Mundial, alguns médicos nazistas foram julgados no Tribunal de Nuremberg, mas outros fugiram ou mesmo isentados pelos seus crimes. Primeiro, Dr. Mengele viveu na Argentina e, mais tarde, no Brasil, onde morreu, em São Paulo. Abaixo, listamos algumas perguntas que deferiam ser respondias pelos pesquisadores da saúde:

  • Quais as relações entre os sistemas de saúde nazista e brasileiro, uma vez que ambos faziam parte do Movimento Eugenista Internacional e queriam promover uma raça “superior”?
  • Quais as similaridades entre os profissionais de saúde nazistas e brasileiros, uma vez que ambas defendem sanitarismo, higienismo, “healthism” e políticas compulsórias?
  • Quem ajudou, acobertou e protegeu Dr. Mengele no Brasil, uma vez que tinha documentos falsos e viveu sem grandes preocupações, inclusive frequentando praias?
  • Dr. Mengele continuou trabalhando como médico, seja diretamente ou indiretamente, uma vez que outros cientistas nazistas foram recrutados noutros países, como URSS?

Há uma diversidade de perguntas sem respostas acerca da estadia do Dr. Mengele no Brasil, o maior médico genocida da história. Apesar disso, há várias evidências históricas de que o sistema de saúde brasileiro recebeu fortes influências do nazismo. O próprio psiquiatra Franco Basaglia, ao visitar o manicômio de Barbacena, percebeu as similaridades com campos de concentração nazista. Quais os riscos do sistema de saúde brasileiro transformar os profissionais de saúde, como médicos e enfermeiras, em genocídas?

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* Dr. Mengele era militante do Partido Social Nacionalista dos Trabalhadores, mais conhecido como Partido Nazista. Ele obedecia de forma "cega" as políticas públicas do Terceiro Reich. Naquele contexto, para ser professor universitário, pesquisador ou profissional de saúde, era praticamente obrigatório a militância política nazista.

Anticoncepcionais: dificuldades em engravida?

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As dificuldades em engravidar seriam causadas pelo uso indiscriminado dos anticoncepcionais combinados? Embora essa pergunta possa ser respondida apenas por meio de estudos científicos, há fatos históricos importantes acerca dos contraceptívos. Ao contrário do que muitas mulheres pensam, os anticoncepcionais combinados possuem também hormônios abortivos. Abaixo, iremos fazer uma breve reflexão histórica acerca dos anticoncepcionais.

Controle populacional

Proctor, em seu livro “Higiene Racial: Medicina no Nazismo”, demonstra como o sistema de saúde alemão promovia eugenia. Proctor fala bastante do aborto e da esterilização como técnicas de seleção artificial. Hitler não permitia o aborto e a esterilização dentre os alemães “puros”. Pelo contrário, havia grande propaganda para a promoção da família alemã tradicional. Já outros grupos étnicos “inferiores”, como judeus, o aborto e a esterilização eram incentivados. Enquanto as raças “inferiores” eram extintas, a raça “superior” alemã se proliferava.

O sistema de saúde brasileiro fazia parte do “Movimento Eugenista Internacional”, cujo objetivo central era promover uma raça “superior”. O “Boletim Eugenista Brasileiro” é prova de que a saúde brasileira era defensor dessas políticas nazifascicomunistas. Nesses documentos, há os maiores absurdos, como desaconselhar o casamento com pretos, impedir que doentes mentais se casem e, inclusive, emponderar as mulheres no movimento eugenista.

Com o aumento da população mundial, após a “Segunda Guerra Mundia”, emergiu a demografia neomaltusiana. Eles acreditam que os problemas do mundo são consequências do excesso populacional. Sendo assim, reduzir a população é uma maneira de acabar com o aquecimento global, desmatamento, poluição, extinção animal etc. Os anticoncepcionais surgiram como métodos demográficos para reduzir a população mundial. Nessa época, os anticoncepcionais possuíam elevadas taxas hormonais, inclusive evidências de cânceres.

Anticoncepcionais

Para reduzir as cargas hormonais, os cientistas desenvolveram anticoncepcionais combinados, que possuem tanto hormônios contraceptivos quanto substâncias abortivas. Os hormônios contraceptivos, como os estrogênios, atuam sobretudo na hipófise, localizada dentro da cabeça. Ela é a glândula hormonal “mestra” que controla outras glândulas, como os ovários. As substâncias químicas contraceptivas inibem a hipófise na produção de hormônios luteinizantes, que agem sobre os ovários. Assim, os ovários não ovulam, pois é como se a hipófise “entendesse” que a mulher já se encontra grávida, devido elevações hormonais. Sendo assim, são realmente contraceptivos, pois atuam ANTERIORMENTE à fecundação do óvulo pelo espermatozoide.

Já as substâncias abortivas, como os progestágenos presentes nos anticoncepcionais combinados, atuam também no útero, modificando sua fisiologia. Dentre outras alterações, essas substâncias químicas modificam o endométrio, a camada mais interna do útero, e os mucos intrauterinos. Assim, elas impendem o processo de nidação: o mecanismo fisiológico por meio do qual o embrião fixa-se na parede do útero para continuar desenvolvendo. Sendo assim, são literalmente abortivos, pois atuam APÓS a fecundação do óvulo pelo espermatozoide. Embora as bulas dos anticoncepcionais apresentem as informações, os termos técnico- científicos, como “nidação”, dificultam a compreensão dos leigos. Utilizam a expressão “anticoncepcionais”, mas não é exatamente isso que ocorre no organismo das mulheres.

Por exemplo, se uma mulher ingere anticoncepcionais combinados, há a probabilidade (mesmo que pequena) de que ocorra a ovulação. Sendo assim, o óvulo pode ser fecundado pelo espermatozoide, iniciando a embriogênese. Apesar disso, o embrião precisa “grudar” na parede do útero para continuar crescendo. Porém, os progestágenos impedem a fixação do embrião na parede do útero. Assim, o embrião morre e é expelido para fora do útero de sua mãe. Como é muito pequeno, invisível, o assassinato intrauterino ocorre sem que as mulheres brasileiras saibam. Por que as mulheres brasileiras não são devidamente informadas acerca dos mecanismos fisiológicos dos anticoncepcionais combinados?

Engenharia social

Aqui, vale destacar que o embrião já é um ser humano em desenvolvimento e deveria ter os mesmos “Direitos Naturais” dos bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Primeiro, o embrião tem todos os cromossomos, materiais genéticos, da mãe e do pai. Segundo, a embriogênese começa logo após a fecundação e não apenas após fixar na parede do útero. Terceiro, o embrião tem ectoderme, mesoderme e endoderme, de onde originam órgãos, tecidos e vísceras. Quarto, o sistema nervoso, oriundo da ectoderme, a goteira neural, é um dos primeiros a começar a se formar. Em termos fisiológicos, genéticos, histológicos e embriológicos não há nenhuma dúvida de ser aborto.

Para promover controle populacional, realizaram engenharia social, como mudar o significado das palavras e fazer propagandas. A “vida” passou a ser conceituada como algo que inicia somente após a fixação do embrião na parede do útero, não na fecundação. Já a “morte” passou a ser conceituada em termos de morte encefálica, não de morte cardiorrespiratória. O próprio termo “aborto” é um eufemismo para assassinato intrauterino. Ao mesmo tempo, propagandas nos meios de comunicação, como se as mulheres que ingerissem anticoncepcionais fossem mais modernas. Em resumo, modificaram os conceitos de “vida” e “morte” e fizeram propaganda para a população aceitar o aborto, a esterilização e a eutanásia como normais.

Considerações finais

Os agrotóxicos são problemas de saúde pública, químicos nocívos, mas pouca se fala acerca dos anticoncepcionais combinados, nem mesmo as feministas. Quantos Rodrigos, Robertas e Patrícias foram assassinados dentro do útero, sem que suas mães soubessem? Quantos profissionais de saúde, como médicos, não foram devidamente informados nas faculdades e não refletem acerca dos anticoncepcionais combinados? O sistema de saúde brasileiro possui uma história nebulosa em relação ao Movimento Eugenista Internacional. Esse é um fato histórico que nos faz refletir se a dificuldade em engravidar pode ser consequências do uso indiscriminado de anticoncepcionais combinados.

Quantas mulheres morreram por câncer de mama ou de colo de útero nas últimas décadas? Quantos abortos espontâneos têm ocorrido? Quantas mulheres são estéreis e não conseguem engravidar? Quantos homens se julgam sem virilidade suficiente para engravidar uma mulher? Quantos bilhões de dólares movimentam as clínicas de inseminação artificial? Aqui, não estamos afirmando que os anticoncepcionais são todos nocívos à saúde. Pelo contrário, é o sistema de saúde brasileiro que deve monitorar os seus efeitos. As mulheres brasileiras têm o direito de saber os efeitos dos anticoncepcionais combinados no organismo!!!

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