Vantagens do atendimento psicológico online na depressão

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O atendimento psicológico online na depressão tem uma série de vantagens, quando comparado ao atendimento psicológico presencial. Quando a pessoa encontra-se em depressão, ela apresenta uma série de sintomas psicopatológicos, como mutismo, bradipsiquismo e lentidão psicomotora. Em outras palavras, a pessoa em depressão literalmente não tem forças físicas, motivações e disposições para ficar saindo de casa.

Já no atendimento psicológico pela internet, a pessoa em depressão não precisa fazer grandes esforços físicos para continuar no tratamento. Ela não precisa sair de casa, enfrentar o trânsito, gastar energias, lidar com outras pessoas e se expor de maneira pública. Pelo contrário, a pessoa em depressão pode receber atendimento psicológico online em seu quarto, em total privacidade e conforto. Abaixo, algumas considerações em relação a depressão:

Os sintomas da depressão interferem nas funções cognitivas e psicomotoras, sendo que a pessoa em depressão literalmente não tem forças, motivações e disposições para frequentar psicólogo presencial. O atendimento psicológico online na depressão é uma maneira que os familiares têm de motivar a pessoa em depressão a se tratar sem sair de casa. Na WAF Psicologia, desenvolvi o Projeto Psicológico Especializado, com uma série de benefícios: sessões de 1h30m, análises por escrito e muito mais.

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Depressão tem cura?

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Muitas pessoas me perguntam: a depressão tem cura? A resposta para essa pergunta depende de uma série de fatores. A depressão não tem causas apenas individuais, como alterações neurobiológicas, hormonais e traços de personalidade. Ela também tem causas coletivas, como relacionamentos disfuncionais, famílias desestruturas e trabalhos insalubres. A depressão tem relação, até mesmo, como as condições políticas, econômicas e sociais do país. Infelizmente, a depressão dos brasileiros chegou em certo patamar que costumo dizer que nosso país é um enorme campo de concentração.

A depressão é uma verdadeira epidemia mundial, sendo um problema de saúde pública. No entanto, há também uma verdadeira epidemia de diagnósticos de depressão. A Big Pharma e a medicina alopática encontraram na depressão uma grande fonte de lucro e controle social. Muitas pessoas, na ânsia de “quererem tudo para ontem”, ingerem antidepressivos achando que serão curadas. No entanto, os medicamentos psiquiátricos não curam, apenas camuflam os sintomas e podem viciar. A psicologia é uma ciência que busca, na medida do possível, investigar e tratar as causas da depressão de forma inteligente.

Em minha opinião, a Nova Ordem Mundial é a maior causa de depressão no mundo atualmente. As corporações nazifascicomunistas unificaram o capitalismo e o socialismo, sobretudo após a Queda do Muro de Berlim. Assim, nações inteiras são escravizadas por meio de dívidas públicas com bancos, como no caso do Brasil. Por exemplo, a dívida pública brasileira é de 3 trilhões, sendo que os brasileiros trabalham para pagá-la por meio de impostos. Quantos brasileiros estão em depressão justamente por questões financeiras e laborais? Quantas pessoas têm desejo de suicídio por se sentirem impotentes?

A depressão dos brasileiros tem causas tanto individuais o quanto coletivas, sendo um grande erro considerá-la como um problema puramente mental. Os relacionamentos amorosos, familiares e laborais são grandes causadores de depressão, podendo ser “curados” por meio de intervenções psicológicas. Embora os problemas políticos, econômicos e sociais do país também sejam causadores de depressão, as técnicas psicológicas são apenas paliativas. Finalizando, a depressão tem cura, em muitos caso, desde que os brasileiros estejam dispostos a encararem a realidade, sem inventar desculpas, escapismos e devaneios.

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Quatro erros comuns no pensamento suicída

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O pensamento suicida parece ter se tornado cada vez mais comum na contemporaneidade. Ele faz com que a pessoa não encontre soluções para os problemas. Na maioria das vezes, ele está intimamente relacionado a outros transtornos psiquiátricos. Abaixo, listaremos quatro erros comuns no pensamento suicida:

1) Pensamento dicotômico: são pensamentos centrados no tudo ou nada, sem gradações. Por exemplo, um empresário em depressão pensa de forma extremista, que será rico demais ou falido. Ele tem dificuldade em pensar que pode ter uma vida equilibrada financeiramente.

2) Raciocínio emocional: são pensamentos nos quais a pessoa julga o verdadeiro e o falso a partir das emoções. Por exemplo, um rapaz ciumento acredita que sua namorada o trai, porque ele se sentiu péssimo ao ver mensagens dela nas redes sociais. Ele deseja suicidar acreditando que suas emoções negativas “comprovam” a infidelidade da namorada.

3) Desqualificação das coisas positivas: são pensamentos que desqualificam, desconsideram, as coisas positivas. Por exemplo, uma adolescente de classe média, angustiada, ignora o fato de ter o apoio da família e cursinho pré-vestibular. Para ela, “isso não conta”, porque o seu desejo de suicídio vem da sensação de fracasso, de não ter passado no vestibular.

4) Afirmações de “deveria”: são pensamentos nos quais a pessoa se “aprisiona” em obrigações, culminando em culpa, arrependimento e frustração. Por exemplo, um homem viciado em cocaína pensar em se matar, quando tem recaídas pela droga. Ele pensa “eu deveria tem feito isso”, eu tenho que fazer aquilo” ou “eu não deveria ter feito aquilo outro”.

Finalizando, o pensamento suicida geralmente está relacionado ao pensamento depressivo, nas alterações de humor. O importante é a pessoa ter consciência de que sua cognição está “bugada” (ou seja, disfuncional). A psicologia disponibiliza de técnicas científicas no tratamento e prevenção do suicídio.

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Cinco erros comuns no pensamento depressivo

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O pensamento depressivo geralmente apresenta distorções cognitivas. Ele distorce a percepção da realidade, a memória e o raciocínio. Ele faz com que a pessoa tenha uma concepção errada acerca de si mesma. Abaixo, listaremos cinco erros comuns no pensamento depressivo:

1) Interferência arbitrária: são pensamentos subjetivos sem evidências objetivas adequadas. Geralmente, são produzidas por erros nos processos dedutivos e inferenciais do pensamento. Por exemplo, uma mulher tem ciúmes doentios por seu cônjuge atual, por ter sido traída no passado. No entanto, esse ciúme atual é baseado em inferências erradas sob influência do passado traumático.

2) Personalização: são pensamentos egocêntricos distorcidos no qual a pessoa realiza inferências e deduções centradas no “eu”. Por exemplo, um pai se sente culpado pela filha usar drogas, como se ele fosse responsável por tudo. No caso, ele não reconhecer o livre-arbítrio da filha, as influências de terceiros e da sociedade.

3) Abstração seletiva: são pensamentos distorcidos no qual a pessoa busca apenas confirmar as suas ideias, abstendo-se de evidências opostas. Por exemplo, um jovem de esquerda estuda apenas textos marxistas, achando que o comunismo é um modelo de sociedade. Assim, ele se afasta das pessoas de direita, que falam dos genocídios e campos de concentração soviéticos.

4) Supergeneralização: são pensamentos distorcidos no qual a pessoa realiza inferências e deduções para além das evidências factuais. Por exemplo, uma jovem feminista tem algumas experiências desagradáveis com alguns namorados, por serem machistas. A partir disso, ela generaliza que todos os homens são igualmente machistas.

5) Magnificação/minimização: são pensamentos distorcidos no qual a pessoa supervaloriza os aspectos negativos e subvaloriza os positivos. Por exemplo, a mãe exagera ao perceber a filha como preguiçosa, pelo fato dela não querer fazer vestibular para medicina. Ao mesmo tempo, a mãe subvaloriza as qualidades da filha, como ser trabalhadora, educada e prestativa.

O pensamento depressivo é, semiologicamente, mais importante do que os próprios sintomas do humor triste. Ao contrário do que muito pensam, os medicamentos psiquiátricos não curam a depressão. Por isso, a psicologia é uma importante ciência, que atua nas causas da depressão.

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Comportamento operante: aprenda a analisar o comportamento

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O comportamento operante é um subtipo de comportamento cuja a resposta é controlada pelas consequências do responder. Basicamente, existem duas grande categorias de operações comportamentais, o reforço e a punição. No reforço, a frequência do responder sempre aumenta, enquanto na punição sempre diminui. Abaixo, uma breve listagem das operações comportamentais já documentadas na ciência psicológica:

Reforço positivo (+)

A frequência do responder é aumentada na presença de um estímulo, chamado de estímulo reforçador. Por exemplo, uma criança chora no supermercado pedindo um brinquedo e o pai, com pena e dó, lhe dá um presente para calar-se. Nesse caso, dizemos que o pai reforçou positivamente o comportamento da criança, pois aumentou a probabilidade de que chore novamente. Em outras palavras, a criança aprende que chorar a faz ganhar presentes do pai em supermercados e, infelizmente, é assim que geralmente crianças mimadas e birrentas são “fabricadas”.

Esquiva – Reforço negativo (-)

A frequência do responder é aumentada na evitação de um estímulo aversivo não-presente no ambiente. Por exemplo, todas as vezes que a esposa diz ao seu marido que está com os amigos no bar, após o trabalho, ele fica extremamente nervoso e ciumento. Esse é um exemplo clássico de reforço positivo, pois a esposa está aumentando a probabilidade do marido ficar nervoso e ciumento. No entanto, quando a esposa mente, esquiva-se, dizendo que ainda está ocupada no trabalho, seu marido fica extremamente calmo e confiante. Agora, dizemos que o marido reforçou negativamente o comportamento da esposa, pois aumentou a probabilidade de que ela invente mentiras para esquivar-se de seu nervosismo e ciúmes.

Fuga – Reforço negativo (-)

A frequência do responder é aumentada na evitação de um estímulo aversivo já presente no ambiente. Por exemplo, numa industria, há muitos riscos de acidentes, como a possibilidade de queimadura dos olhos num processo de soldagem. Para fugir desses estímulos aversivos, os trabalhadores usam equipamento de segurança, como mascara para soldagem. Nesse caso, dizemos que a luz intensa da solda (que é um estímulo aversivo, que pode queimar as vistas) aumenta a probabilidade de um trabalhador usar a mascara para soldagem. Esquemas de reforçamento negativo são bastante comuns em industrias e empresas, embora a maioria das empresas, infelizmente, não tenham a mínima noção de psicologia comportamental.

Punição positiva (+)

A frequência do responder é diminuída na presença de um estímulo, chamado de estímulo aversivo. Por exemplo, um indivíduo é preso, por moradores de uma comunidade, após roubar um supermercado. Indignados com a falta de segurança e policiamento, alguns moradores dão chutes, murros e pontapés no ladrão. Depois desse evento, o indivíduo nunca mais voltou a roubar na comunidade. Aqui, temos uma punição positiva, clássica, pois os moradores reduziram a probabilidade de que o ladrão roube novamente. Vale destacar que a punição positiva não precisa ser dolorosa ou nociva, mas apenas capaz de reduzir a probabilidade de uma determinada resposta comportamental.

Punição negativa (-)

A frequência do responder é diminuída pela remoção de um estimulo reforçador. Por exemplo, um garoto fica o dia todo no celular e, além disso, tira péssimas notas na escola. Então, para o punir negativamente, seu pai não o deixa mexer no celular, remove o estímulo positivo: o celular. O pai puni negativamente o comportamento do garoto, reduzindo a probabilidade de que use o celular. Enfim, um esquema de comportamento operante, como a punição negativa, não raro, está relacionado a outros esquemas, como o reforçamento positivo. Existem várias formas de mudar um comportamento, seja de adultos e crianças, desde que se saiba fazer uma análise do comportamento corretamente e aplicar esse conhecimento.

Extinção operante

O comportamento operante é extinto quando a resposta do organismo não produz a consequência do responder no ambiente. Por exemplo, um rapaz liga para a sua ex-namorada para fazer sexo. Se a ex-namorada não atende o telefone, ignora-o, esse comportamento do rapaz será extinto com o tempo. Em outras palavras, como o rapaz não recebe o reforço da ex-namorada (o sexo), o seu comportamento operante (ligar para a ex-namorada) extingue-se gradualmente.

O comportamento operante é um conjunto de princípios naturais e universais que regem os comportamentos, emoções e pensamentos humanos, assim como a gravidade, o eletromagnetismo e a ótica, que regem o mundo físico. O comportamento operante foi descoberto pela psicologia por meio de estudo científicos experimentais, empíricos e quantitativos com seres humanos, pombos, macacos, rato e outros animais.

Exemplo de análise do comportamento

A presença de policiais numa praça de um bairro é um estímulo aversivo, punidor ou neutro no combate ao tráfico de drogas? Como saber se a presença dos policiais surtem os efeitos desejados? Como realizar uma análise do comportamento eficiente sem juízos de valor? Para chegarmos a uma conclusão, precisamos observar, ouvir e ter acesso aos dados objetivos da realidade.

Se observarmos que a presença dos policiais na praça reduz a venda de drogas, então eles são estímulos aversivos para os traficantes. No caso, trata-se de uma punição positiva, pois a presença dos policiais (estímulo aversivo) reduz a frequência de tráfico de drogas. Em termos ideias, muitas políticas públicas buscam reduzir o comportamento operante de criminosos.

No entanto, se os traficantes vendem ainda mais drogas na presença dos policiais, então eles são, na verdade, estímulos reforçadores. No caso, trata-se de um reforço positivo, pois a presença dos policias (estímulo reforçador) aumenta a frequência do tráfico de drogas. Isso pode parecer bizarro, mas muitas políticas públicas tem aumentado os comportamentos criminosos.

Por fim, caso a presença dos policiais não aumentem e não reduzam a venda de drogas na praça, então eles são estímulos neutros para os traficantes. Enfim, nenhum estímulo é reforçador, neutro ou punidor a priori, pois depende se o comportamento está aumentando, diminuindo ou se mantendo constante em sua frequência no tempo.

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Obs.: A análise do comportamento é realizada sempre a posteriori, ou seja, nenhum estímulo é reforçador, punidor ou neutro a priori. Na verdade, é só depois da observação sistemática do comportamento, por meio de outras técnicas psicológicas, como entrevistas, que se chega a alguma conclusão.