Reforma da previdência: a psicologia do fascismo

reforma-trabalhista

A reforma da previdência é uma prova de que as elites fascistas conseguiram, ao longo da história, concentrar e centralizar poderes. Os fascistas sempre souberam que as pessoas precisam trabalhar e comercializar livremente para sobreviverem. Por isso, ao longo da história, criaram ministérios para deterem total controle sobre os setores do trabalho e do comércio. A reforma da previdência é o termino de um “contrato” fascista, no qual as elites descartam os trabalhadores corporativistas. Por que os fascistas não cortariam todos os “direitos” trabalhistas se já detém total controle sobre os brasileiros?

Fascistas trabalhistas

Os fascistas, como Benito Mussolini e Getúlio Vargas, criaram as leis trabalhistas para impedirem a luta de classe dos socialistas. Assim, dando privilégios aos trabalhadores, geralmente das classes baixas, puderam criar corporações fascistas monopolistas. As corporações fascistas são compostas pelo Estado, grandes industrias, bancos e sindicatos de pelego. Os fascistas são contra a individualidade, livre troca, propriedade privada e liberdade de concorrência no mercado. Ao mesmo tempo, defendem parceria público-privado, lobby, planejamento central, “direitos” trabalhistas e monopólios. Historicamente, as elites privatizaram o lucro, socializaram os gastos (impostos) e privilegiaram os trabalhadores corporativistas com “direitos” trabalhistas. Vale destacara que as leis trabalhistas sempre foram privilégios de poucos, como funcionários públicos, sindicalistas e trabalhadores industriais.

O Ministério do Trabalho, fundado por Getúlio Vargas, foi criado para IMPEDIR os brasileiros de trabalharem e comercializarem livremente. Ao destruírem o anarcosindicalismo e as Caixas de Aposentadoria e Pensão (fundos de investimentos privados), as elites fascistas criaram os Institutos de Aposentadoria e Pensão (fundos de investimentos públicos mantidos por impostos). O Ministério da Previdência Social, fundado pelos militares, foi criado a partir da unificação dos Institutos de Aposentadoria e Pensão, CENTRALIZANDO e CONCENTRANDO ainda mais poderes. Não é por acaso que apenas os trabalhadores de carteira assinada, das corporações fascistas, tinham acesso a saúde no INAMPS. Na Constituição de 1988, os “direitos” trabalhistas foram utilizados como propaganda política pelos socialistas e sindicalistas de pelego, interessados na mesma lógica corporativista de privatizarem os lucros e socializarem os gastos para a seguridade social.

Considerações finais

No passado, os trabalhadores corporativistas traíram os anarcosindicalistas e os verdadeiros empreendedores, que criaram as Caixas de Aposentadoria e Pensão (fundos de investimentos privados). As Caixas de Aposentadoria e Pensão ofereciam saúde, aposentadoria e outros direitos, sem os impostos da população. Os trabalhadores corporativistas aliaram-se às elites fascistas em busca de privilégios. O próprio salário mínimo foi uma maneira de manter os trabalhadores corporativistas sempre na mediocridade. Hoje, as elites fascistas detêm total controle sobre os setores do trabalho e do comércio, podendo eliminar todos os “direitos” trabalhistas, mas sem cortar os impostos. Essa é a psicologia do fascismo!

Cansado de ser feito de idiota?

Fale comigo.


WAF PSI© (31) 9 9385 6239, Contagem, MG, Brasil.