Doenças espirituais: será que estou possuído?

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Quantas pessoas acreditam ter doenças espirituais: “será que estou possuído?”. Os seres humanos possuem dificuldades em perceber anormalidades, sobretudo quando estão confinados em ideologias, culturas ou religiões. Ao longo do tempo, aquilo que uma geração percebia como anormal se transforma gradativamente em normalidade. Assim, aqueles que nascem e crescem num determinado contexto social acham tudo normal. Seriam os brasileiros portadores de uma espécie de “psicose brasiliense”?

  • Enquanto os brasileiros jogam tarot, na expectativa de descobrir se conseguirão um emprego, as taxas de juros e crédito são alteradas pelo Banco Central, gerando inflação, desemprego, pobreza, queda do poder de compra e concentração de renda;
  • Enquanto os brasileiros leem horóscopo, na ansiedade de obter uma resposta sobre aspectos sentimentais, os jornais e novelas destroem os valores da família, do homem e da mulher, estimulando a violência contra as mulheres;
  • Enquanto os brasileiros fazem meditação, buscando o eu superior e a paz interior, os políticos brasileiros aumentam seus próprios salários, importantes empresas são privatizadas, sucateando a educação, saúde e segurança públicas;
  • Enquanto os brasileiros fazem mandingas, com o objetivo de curar o câncer de um ente querido, mais agrotóxicos cancerígenos são colocados nos alimentos sob pressão do agronegócio e indústrias químicas;
  • Enquanto os brasileiros leem autoajuda, tentando entender as suas sexualidades, alimentos repletos de hormônios são vendidos normalmente, crianças são sexualizadas na mídia e bizarrices sexuais expostas na internet.

Os brasileiros parecem viver numa espécie de “loucura coletiva”, totalmente desvinculados da realidade: das coisas mais objetivas, obvias e imediatas. Assim, desenvolvem “alucinações” e “delírios”, explicações abstratas sobre fatos que poderiam ser explicados de forma muito mais concreta. Quantas pessoas dizem ter doenças espirituais, procuram os “espiritualistas”, e acabam frustradas? Muitas “doenças espirituais” são confundidas com doenças mentais, como esquizofrenia e depressão psicótica.

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Obs. tenho profundo conhecimento e experiência na área espiritual, inclusive artigos científicos publicados sobre "projeção da consciência". Neste texto, critico a imaturidade de algumas pessoas que buscam na "espiritualidade" desculpas para não encarar a realidade.

Bullying e mentalidade revolucionária (opinião)

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Os recentes eventos de Suzano sugerem que o bullying é uma maneira de transformar os jovens brasileiros em terroristas revolucionários. Em outras palavras, é uma maneira de destruir a soberania nacional, por meio da lavagem cerebral dos jovens brasileiros. A propaganda do bullying, nos meios de comunicação em massa, como as redes sociais, incentiva a mentalidade revolucionária nas escolas.

Na linguística, a origem etimológica das palavras, como o termo “bullying”, é motivada por aspectos semânticos, fonéticos, pragmáticos e morfológicos. Por exemplo, as palavras “real”, “realeza” e “realidade” possuem uma mesma raiz morfológica (“real-“): “relativo ao rei”. No passado, tudo que vinha do rei era real e o que não vinha era irreal. Sendo assim, era o rei que ditava para seus súditos o que era realidade . Na atualidade, quem dita a realidade de como deve ser a educação no Brasil?

Além disso, na linguística, sabemos que as palavras, geralmente, são criadas APÓS a invenção ou o descobrimento do referente (objeto de mundo). Por exemplo, primeiro, descobriram um referente Y e, depois, o nomearam por “banana”, o que foi difundido na língua. Primeiro, criaram um referente X e, depois, o nomearam por “facão”, o que foi difundido. Em resumo, geralmente, os referentes antecedem as palavras, não o oposto.

Embora possa haver exceções, o que percebemos em relação a palavra “bullying”? Primeiro, trata-se de um estrangeirismo, um empréstimo linguístico do inglês. Segundo, a palavra “bullying” foi utilizada ANTES dos eventos terroristas nas escolas se tornarem mais comuns. Não é novidade para ninguém que o bullying, como atentados terroristas, são recentes nas escolas brasileiras.

Quem estudou nas décadas passadas, como anos 1980 e 1990, sabe que bullying não existia nas escolas. Havia “zoeiras”, “brincadeiras” (sadias ou de mau gosto) ou coisas do tipo, mas não bullying. Os próprios estudantes dispunham de mecanismos de controle social, como chamar a atenção de quem passasse dos limites. Os estudantes zoavam-se mutuamente e ninguém voltava na escola com facas, machados e armas para matar todos.

A partir do exposto, fica evidente que a palavra “bullying”, introduzida recentemente na língua portuguesa brasileira, tem denotações terroristas. Como dito no exemplo do rei, as palavras têm a propriedade de co-criar a realidade no processo de enunciação. Se as redes sociais falam insistentemente do bullying, isso pode aumentar a mentalidade revolucionária dos alunos subversivos.

Finalizando, o que ocorreu em Suzano demonstra como a propaganda do “bullying” tem criado terroristas revolucionários nas escolas. Quanto mais noticiam acerca do bullying, mais atos terroristas têm ocorrido em nosso país, devido a aprendizagem social por imitação. Os jovens são vulneráveis à mentalidade revolucionária, sobretudo em depressão, e precisam ser protegidos das perversidades dos meios de comunicação.

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