Depressão tem cura?

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Muitas pessoas me perguntam: a depressão tem cura? A resposta para essa pergunta depende de uma série de fatores. A depressão não tem causas apenas individuais, como alterações neurobiológicas, hormonais e traços de personalidade. Ela também tem causas coletivas, como relacionamentos disfuncionais, famílias desestruturas e trabalhos insalubres. A depressão tem relação, até mesmo, como as condições políticas, econômicas e sociais do país. Infelizmente, a depressão dos brasileiros chegou em certo patamar que costumo dizer que nosso país é um enorme campo de concentração.

A depressão é uma verdadeira epidemia mundial, sendo um problema de saúde pública. No entanto, há também uma verdadeira epidemia de diagnósticos de depressão. A Big Pharma e a medicina alopática encontraram na depressão uma grande fonte de lucro e controle social. Muitas pessoas, na ânsia de “quererem tudo para ontem”, ingerem antidepressivos achando que serão curadas. No entanto, os medicamentos psiquiátricos não curam, apenas camuflam os sintomas e podem viciar. A psicologia é uma ciência que busca, na medida do possível, investigar e tratar as causas da depressão de forma inteligente.

Em minha opinião, a Nova Ordem Mundial é a maior causa de depressão no mundo atualmente. As corporações nazifascicomunistas unificaram o capitalismo e o socialismo, sobretudo após a Queda do Muro de Berlim. Assim, nações inteiras são escravizadas por meio de dívidas públicas com bancos, como no caso do Brasil. Por exemplo, a dívida pública brasileira é de 3 trilhões, sendo que os brasileiros trabalham para pagá-la por meio de impostos. Quantos brasileiros estão em depressão justamente por questões financeiras e laborais? Quantas pessoas têm desejo de suicídio por se sentirem impotentes?

A depressão dos brasileiros tem causas tanto individuais o quanto coletivas, sendo um grande erro considerá-la como um problema puramente mental. Os relacionamentos amorosos, familiares e laborais são grandes causadores de depressão, podendo ser “curados” por meio de intervenções psicológicas. Embora os problemas políticos, econômicos e sociais do país também sejam causadores de depressão, as técnicas psicológicas são apenas paliativas. Finalizando, a depressão tem cura, em muitos caso, desde que os brasileiros estejam dispostos a encararem a realidade, sem inventar desculpas, escapismos e devaneios.

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Quatro erros comuns no pensamento suicída

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O pensamento suicida parece ter se tornado cada vez mais comum na contemporaneidade. Ele faz com que a pessoa não encontre soluções para os problemas. Na maioria das vezes, ele está intimamente relacionado a outros transtornos psiquiátricos. Abaixo, listaremos quatro erros comuns no pensamento suicida:

1) Pensamento dicotômico: são pensamentos centrados no tudo ou nada, sem gradações. Por exemplo, um empresário em depressão pensa de forma extremista, que será rico demais ou falido. Ele tem dificuldade em pensar que pode ter uma vida equilibrada financeiramente.

2) Raciocínio emocional: são pensamentos nos quais a pessoa julga o verdadeiro e o falso a partir das emoções. Por exemplo, um rapaz ciumento acredita que sua namorada o trai, porque ele se sentiu péssimo ao ver mensagens dela nas redes sociais. Ele deseja suicidar acreditando que suas emoções negativas “comprovam” a infidelidade da namorada.

3) Desqualificação das coisas positivas: são pensamentos que desqualificam, desconsideram, as coisas positivas. Por exemplo, uma adolescente de classe média, angustiada, ignora o fato de ter o apoio da família e cursinho pré-vestibular. Para ela, “isso não conta”, porque o seu desejo de suicídio vem da sensação de fracasso, de não ter passado no vestibular.

4) Afirmações de “deveria”: são pensamentos nos quais a pessoa se “aprisiona” em obrigações, culminando em culpa, arrependimento e frustração. Por exemplo, um homem viciado em cocaína pensar em se matar, quando tem recaídas pela droga. Ele pensa “eu deveria tem feito isso”, eu tenho que fazer aquilo” ou “eu não deveria ter feito aquilo outro”.

Finalizando, o pensamento suicida geralmente está relacionado ao pensamento depressivo, nas alterações de humor. O importante é a pessoa ter consciência de que sua cognição está “bugada” (ou seja, disfuncional). A psicologia disponibiliza de técnicas científicas no tratamento e prevenção do suicídio.

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