Vantagens e desvantagens do atendimento psicológico online

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WAF Psicologia: Atendimento Online é um consultório que tem por finalidade oferecer atendimento psicológicos online, por meio do Skype. O Atendimento Psicológico Especializado foi desenvolvido para adultos e adolescentes interessados em autoconhecimento. Sendo assim, não é um projeto exclusivo para portadores de sofrimento mental. A metodologia científica do atendimento psicológico online foi construída a partir de minhas experiências como cientista. Por exemplo, o estudo de caso, análises por escrito, atenção integral e a sessão de 1h30min são diferenciais que oferecemos. WAF Psicologia: Atendimento Online é um site registrado e regulamentado no Conselho Federal de Psicologia. Nosso site possuí a tecnologia de segurança criptografada Secure Sockets Layer (SSL). Abaixo, algumas vantagens e desvantagens do atendimento psicológico pela internet:

  • comodidade para a pessoa que não precisa se deslocar, enfrentar trânsito ou comprometer sua agenda atendimento sigiloso e discreto;
  • atendimento de pessoas com dificuldade de locomoção, acamadas, de maior idade ou doentes;
  • atendimento de pessoas de cidades pequenas, interioranas ou rurais, com baixa oferta de psicólogos;
  • atendimento de pessoas que vivem ou trabalham em outros países, cujo idioma seja um problema de comunicação;
  • atendimento de pessoas tímidas que prefiram interagir por meio da internet do que presencialmente;
  • atendimento de pessoas públicas e famosas que não queiram chamar a atenção da opinião pública;
  • atendimento pela internet é tão eficiente o quanto presencial, segundo pesquisas recentes;
  • menores gastos para o psicólogo que, por consequência, pode oferecer o mesmo atendimento de qualidade por um preço mais acessível;
  • podem ocorrer falhas técnicas na comunicação por fatores diversos, como qualidade da conexão;
  • a comunicação pela internet, por mais precauções que se tome, não é totalmente isenta da possibilidade de perdas de informação;
  • alguns testes psicológicos, dada sua complexidade técnica, são melhores aplicados presencialmente;
  • algumas técnicas corporais, de forma semelhante, são melhores aplicadas presencialmente.

Conheça o Atendimento Psicológico Especializado.

Sentimento de inferioridade e superioridade

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O sentimento de inferioridade e superioridade são interdependentes e dependem dos modelos sociocognitivos. Se uma pessoa tem sentimento de inferioridade, é muitíssimo provável que tenha também o de superioridade. A pessoa se sente inferior num contexto sociocognitivo, mas superior em relação a outro. Sendo assim, há uma alternância ciclotímica entre os sentimentos de inferioridade e superioridade. Os casos mais graves de alterações do humor são de transtorno bipolar.

As comparações que uma pessoa realiza podem ser intragrupal ou intergrupal. No primeiro caso, a pessoa se compara aos indivíduos que fazem parte dos seus grupos sociais de pertença. No segundo caso, a pessoa compara os seus grupos sociais a outros grupos correlatos. Por exemplo, um empresário pode ter sentimento de superioridade por ser o mais rico do prédio. No entanto, quando compara o seu prédio com o de outros bairros, pode ter sentimento de inferioridade. Em questões de segundo, o empresário deixa de ser “o cara” para ser apenas “mais um”!

Como transcender os sentimentos de inferioridade e superioridade, de modo que possa se sentir sempre bem? Por agora, podemos assegurar que aquelas fotos postadas nas Redes Sociais não enganam ninguém… Todos que lhe conhecem sabem que sofre de sentimentos alternados de inferioridade e superioridade. Para que fazer esse “papelão”, se o Atendimento Psicológico Especializado pode lhe ajudar, de forma totalmente sigilosa e discreta?

Depressão não é frescura

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A depressão não é frescura, mas uma disfunção neurobiológica, assim como o diabetes. No diabetes, o pâncreas, uma glândula localizada próxima ao estômago, não produz ou administra adequadamente a insulina. Assim, o diabético desenvolve uma série de sintomas, como fraqueza e magreza, dentre outros. Já na depressão, o cérebro não produz ou administra adequadamente a serotonina e a noradrenalina, neurotransmissores. Assim, o depressivo apresenta uma série de sintomas, vulgarmente nomeados por “problemas psicológicos”.

As alterações neurobiológicas na depressão resultam em graves alterações cognitivas. As funções executivas são realizadas pelo córtex pré-frontal, uma região do cérebro atrás da testa. Já o humor é regulado sobretudo por regiões subcorticais, como o sistema límbico e o circuito de Papez. Os depressivos podem apresentar inflexibilidade cognitiva, atenção e memória seletivas, comprometimentos no planejamento, julgamento e decisão. Ou seja, o humor triste e a apatia são apenas os sintomas mais visíveis nos depressivos. Em casos graves, com elevado afunilamento da consciência e delírios de ruína, o depressivo pode cometer suicídio.

Em nossa cultura, há uma grande banalização da doença, como se ela fosse apenas uma tristeza mais profunda. Porém, a depressão não é passiva de ser tratada com meros conselhos e opiniões religiosas. As causas da depressão (ou seja, das alterações neurobiológicas) precisam ser investigadas cientificamente a fundo, caso a caso. Assim, compreendendo as causas da depressão, é possível propor um plano psicoterapêutico de intervenção e monitorar a sua efetividade. Saber que a depressão não é uma doença mental, mas uma disfunção neurobiológica, faz toda diferença. Fale Comigo!

Bullying e mentalidade revolucionária

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Os recentes eventos de Suzano sugerem que o bullying é uma maneira de transformar os jovens brasileiros em terroristas revolucionários. Em outras palavras, é uma maneira de destruir a soberania nacional, por meio da lavagem cerebral dos jovens brasileiros. A propaganda do bullying, nos meios de comunicação em massa, como as redes sociais, incentiva a mentalidade revolucionária nas escolas.

Na linguística, a origem etimológica das palavras, como o termo “bullying”, é motivada por aspectos semânticos, fonéticos, pragmáticos e morfológicos. Por exemplo, as palavras “real”, “realeza” e “realidade” possuem uma mesma raiz morfológica (“real-“): “relativo ao rei”. No passado, tudo que vinha do rei era real e o que não vinha era irreal. Sendo assim, era o rei que ditava para seus súditos o que era realidade . Na atualidade, quem dita a realidade de como deve ser a educação no Brasil?

Além disso, na linguística, sabemos que as palavras, geralmente, são criadas APÓS a invenção ou o descobrimento do referente (objeto de mundo). Por exemplo, primeiro, descobriram um referente Y e, depois, o nomearam por “banana”, o que foi difundido na língua. Primeiro, criaram um referente X e, depois, o nomearam por “facão”, o que foi difundido. Em resumo, geralmente, os referentes antecedem as palavras, não o oposto.

Embora possa haver exceções, o que percebemos em relação a palavra “bullying”? Primeiro, trata-se de um estrangeirismo, um empréstimo linguístico do inglês. Segundo, a palavra “bullying” foi utilizada ANTES dos eventos terroristas nas escolas se tornarem mais comuns. Não é novidade para ninguém que o bullying, como atentados terroristas, são recentes nas escolas brasileiras.

Quem estudou nas décadas passadas, como anos 1980 e 1990, sabe que bullying não existia nas escolas. Havia “zoeiras”, “brincadeiras” (sadias ou de mau gosto) ou coisas do tipo, mas não bullying. Os próprios estudantes dispunham de mecanismos de controle social, como chamar a atenção de quem passasse dos limites. Os estudantes zoavam-se mutuamente e ninguém voltava na escola com facas, machados e armas para matar todos.

A partir do exposto, fica evidente que a palavra “bullying”, introduzida recentemente na língua portuguesa brasileira, tem denotações terroristas. Como dito no exemplo do rei, as palavras têm a propriedade de co-criar a realidade no processo de enunciação. Se as redes sociais falam insistentemente do bullying, isso pode aumentar a mentalidade revolucionária dos alunos subversivos.

Finalizando, o que ocorreu em Suzano demonstra como a propaganda do “bullying” tem criado terroristas revolucionários nas escolas. Quanto mais noticiam acerca do bullying, mais atos terroristas têm ocorrido em nosso país, devido a aprendizagem social por imitação. Os jovens são vulneráveis à mentalidade revolucionária, sobretudo em depressão, e precisam ser protegidos das perversidades dos meios de comunicação.

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